REVIEW: Thor – Amor e Trovão
É incontestável e talvez seja um senso comum que os filmes de Thor no MCU era uma coisa antes de Taika Waititi e depois dele entrar na franquia do herói. O humor peculiar, o tom despretensioso e a paleta de cores mais alegre foram compostos em Thor – Ragnarok e deu muito certo, os dois […]

É incontestável e talvez seja um senso comum que os filmes de Thor no MCU era uma coisa antes de Taika Waititi e depois dele entrar na franquia do herói. O humor peculiar, o tom despretensioso e a paleta de cores mais alegre foram compostos em Thor – Ragnarok e deu muito certo, os dois primeiros filmes do herói continha um tom mais sério, uma cor escura que não combinava com o nosso Deus do Trovão. Mas será que Waititi conseguiu repetir a dose?
Thor – Amor e Trovão tem os mesmos elementos de Ragnarok, porém com pitadas mais sombrias, com um romance intenso, mas sem perder a piadinha. Waititi conseguiu fazer um Thor mais descontraído nesses dois filmes e ao mesmo tempo em Amor e Trovão temos um Thor buscando suas origens e querendo se conhecer melhor como Deus.
Jornada de auto-conhecimento, redescobertas, reencontros e romance entre heróis e um vilão assustador são as narrativas principais do longa, mesmo que mantenha o nível das piadinhas peculiares, o quesito de amadurecimento se encontra muito aqui. É um filme cheio de grandes significados e vai muito além que um simples filme de super-herói.
Jane Foster é a grande chave do filme, Natalie Portman voltou mais poderosa do que nunca e toda a narrativa da Poderosa Thor com o Thor complementa o filme pzra ser mais que uma simples comédia romântica e sim uma intensa história de amor com muito significado, o desenvolvimento de Thor e Jane é mais que a relação dela se descobrindo como heroína, mas sim uma descoberta para ambos.

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A trilha sonora é sem duvidas um show a parte, ela te envolve do começo ao fim com uma grande pegada de rock ‘n’ roll que já está até na abertura da Marvel, deram uma repaginada maravilhosa. E com certeza todo mundo vai sair do cinema querendo ouvir Guns N’ Roses no último volume.
Christian Bale é com certeza um dos vilões mais assustadores da Marvel, além de ter uma boa motivação presente, todo o arco é intenso e ele é o maior motivo desse tom mais sombrio que Waititi conseguiu trabalhar com tanta maestria que a gente sai do cinema querendo mais dele.

Os personagens coadjuvantes é uma das melhores coisas da narrativa que nos enchem de alegria e são o mais alívio cômico, o arco de Gorr (Taika Waititi) ser um narrador incrível causa uma atmosfera leve e divertida. Walkiria (Tessa Thompson) é uma peça muito importante e a amizade dela com Jane Foster é muito gostosa de assistir, é algo que facilmente poderia virar série no Disney+.
Thor – Amor e Trovão é intenso, romântico e sem perder a essência, a adição que Waititi fez com o herói é imprescritível. Ele tem características muito diferentes de Ragnarok, mais ainda é na linha que ele está acostumado a fazer. O novo tom que ele está dando para Marvel é uma das melhores coisas nos últimos tempos e provavelmente esse filme, por enquanto é a melhor coisa da Fase 4.
PS: O filme tem duas cenas pós créditos que são necessárias ficar na sala até o último segundo.
ZONA DE SPOILERS FORA DE CONTEXTO!
ROY KENT
ROY KENT
HE IS HERE
HE IS THERE
HE IS EVERYFUCKINGWHERE
Equipe de redação do site Séries em Cena. Com a curadoria da nossa equipe, selecionamos os conteúdos mais interessantes da semana.
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REVIEW: Thor – Amor e Trovão
É incontestável e talvez seja um senso comum que os filmes de Thor no MCU era uma coisa antes de Taika Waititi e depois dele entrar na franquia do herói. O humor peculiar, o tom despretensioso e a paleta de cores mais alegre foram compostos em Thor – Ragnarok e deu muito certo, os dois […]
Por Redação
06 de julho de 2022, 16h53 · Atualizado em 11/12/2025

É incontestável e talvez seja um senso comum que os filmes de Thor no MCU era uma coisa antes de Taika Waititi e depois dele entrar na franquia do herói. O humor peculiar, o tom despretensioso e a paleta de cores mais alegre foram compostos em Thor – Ragnarok e deu muito certo, os dois primeiros filmes do herói continha um tom mais sério, uma cor escura que não combinava com o nosso Deus do Trovão. Mas será que Waititi conseguiu repetir a dose?
Thor – Amor e Trovão tem os mesmos elementos de Ragnarok, porém com pitadas mais sombrias, com um romance intenso, mas sem perder a piadinha. Waititi conseguiu fazer um Thor mais descontraído nesses dois filmes e ao mesmo tempo em Amor e Trovão temos um Thor buscando suas origens e querendo se conhecer melhor como Deus.
Jornada de auto-conhecimento, redescobertas, reencontros e romance entre heróis e um vilão assustador são as narrativas principais do longa, mesmo que mantenha o nível das piadinhas peculiares, o quesito de amadurecimento se encontra muito aqui. É um filme cheio de grandes significados e vai muito além que um simples filme de super-herói.
Jane Foster é a grande chave do filme, Natalie Portman voltou mais poderosa do que nunca e toda a narrativa da Poderosa Thor com o Thor complementa o filme pzra ser mais que uma simples comédia romântica e sim uma intensa história de amor com muito significado, o desenvolvimento de Thor e Jane é mais que a relação dela se descobrindo como heroína, mas sim uma descoberta para ambos.

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A trilha sonora é sem duvidas um show a parte, ela te envolve do começo ao fim com uma grande pegada de rock ‘n’ roll que já está até na abertura da Marvel, deram uma repaginada maravilhosa. E com certeza todo mundo vai sair do cinema querendo ouvir Guns N’ Roses no último volume.
Christian Bale é com certeza um dos vilões mais assustadores da Marvel, além de ter uma boa motivação presente, todo o arco é intenso e ele é o maior motivo desse tom mais sombrio que Waititi conseguiu trabalhar com tanta maestria que a gente sai do cinema querendo mais dele.

Os personagens coadjuvantes é uma das melhores coisas da narrativa que nos enchem de alegria e são o mais alívio cômico, o arco de Gorr (Taika Waititi) ser um narrador incrível causa uma atmosfera leve e divertida. Walkiria (Tessa Thompson) é uma peça muito importante e a amizade dela com Jane Foster é muito gostosa de assistir, é algo que facilmente poderia virar série no Disney+.
Thor – Amor e Trovão é intenso, romântico e sem perder a essência, a adição que Waititi fez com o herói é imprescritível. Ele tem características muito diferentes de Ragnarok, mais ainda é na linha que ele está acostumado a fazer. O novo tom que ele está dando para Marvel é uma das melhores coisas nos últimos tempos e provavelmente esse filme, por enquanto é a melhor coisa da Fase 4.
PS: O filme tem duas cenas pós créditos que são necessárias ficar na sala até o último segundo.
ZONA DE SPOILERS FORA DE CONTEXTO!
ROY KENT
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HE IS THERE
HE IS EVERYFUCKINGWHERE
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