

Crítica | Street Fighter entrega nostalgia, pancadaria e a farofa que prometeu
Nova adaptação do clássico jogo da Capcom aposta no humor, em lutas exageradas e na nostalgia para conquistar o público

Por Giulia Freitas em 15 de outubro 2026
Com muito bom humor, nostalgia e pancadaria, Street Fighter chega aos cinemas nesta quinta-feira (15), trazendo de volta os personagens icônicos do clássico jogo da Capcom. Dirigido por Kitao Sakurai e distribuído pela Paramount Pictures Brasil, o longa acompanha os velhos amigos e lutadores Ryu e Ken em uma aventura que abraça o exagero e não tem medo de fazer o público rir.
Com Andrew Koji, Noah Centineo, Callina Liang, David Dastmalchian e Jason Momoa no elenco, a adaptação aposta em lutas, referências aos jogos e muita diversão. E, pelo menos nesse quesito, podemos dizer que já estamos prontos para o Round 1!
- A partir daqui, o texto pode conter spoilers sobre o filme.
Quando Chun-Li embarca na missão de recrutar os melhores lutadores para o Torneio World Warrior, comandado pelo temido M. Bison, ela acaba cruzando o caminho de Ken Masters. Longe dos dias de glória, Ken agora leva uma vida rasa e fútil após perder misteriosamente seu mestre e ver seu melhor amigo e parceiro de luta, Ryu, desaparecer do mapa.
Além de Ken, Chun-Li reúne outros rostos bastante conhecidos pelos fãs da franquia e, assim, começa o aguardado torneio. Mas, conforme a competição avança, descobrimos as verdadeiras intenções de M. Bison e como Ryu, atual campeão do torneio, pode ser peça fundamental para ajudar seu antigo amigo.
A farofa que a gente queria
Diferentemente de outras adaptações de franquias de jogos, Street Fighter não tem medo de exagerar no bom humor e até abraçar um pouco da famosa “vergonha alheia”. O filme não se leva a sério, e isso é justamente uma das coisas que mais funcionam. Para mim, o longa prometeu uma verdadeira farofa e entregou exatamente isso. E, neste caso, digo “farofa” da melhor maneira possível.

O filme entende muito bem o tipo de experiência que quer proporcionar. É exagerado, divertido, colorido e cheio de momentos que provavelmente vão arrancar risadas da plateia. Em vez de tentar transformar Street Fighter em algo extremamente sério, a produção abraça o absurdo que faz parte da própria essência da franquia.
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Nostalgia em cada golpe
Um dos maiores acertos está na maneira como o filme trabalha a nostalgia. O uso de animação durante as cenas de flashback foi uma escolha certeira e reforça aquela sensação de voltar às manhãs em frente à televisão, assistindo a desenhos animados. É um recurso simples, mas que funciona muito bem para conectar o público adulto às memórias da franquia.
As frases de efeito propositalmente clichês, as lutas bem coreografadas, a iluminação e a trilha sonora também trabalham em conjunto para construir a identidade do longa. Tudo parece pensado para entregar uma experiência exagerada e divertida, exatamente como o universo de Street Fighter pede.
Um elenco que parece ter saído do jogo
Falando em escalação, é difícil não destacar o elenco. Os atores conseguem incorporar muito bem seus respectivos personagens, tanto visualmente quanto na maneira de interpretá-los. Mesmo aqueles que têm menos tempo de tela conseguem encontrar seu momento de brilhar. E, claro, não podemos deixar de falar do nosso Blanka, a fera brasileira.

Jason Momoa pode ter apenas alguns minutos de tela, mas consegue conquistar o público rapidamente com o jeito irreverente do personagem. É uma participação que poderia facilmente ter sido esquecível, mas que acaba se tornando uma das surpresas mais divertidas do longa.
É uma obra-prima? Não. E nem precisa ser.
Resumindo, Street Fighter é uma obra-prima do cinema? Definitivamente, não. E essa nem parece ser a proposta. O filme quer ser uma diversão descompromissada. É uma experiência mais leve, exagerada e nostálgica para os adultos que cresceram conhecendo a franquia, mas divertida o suficiente para conquistar uma nova geração.
E talvez esse seja justamente o maior mérito do longa. Ele sabe exatamente o que quer ser. Se a sua ideia é sentar na poltrona, desligar um pouco o cérebro, comer uma pipoca e aproveitar uma boa dose de pancadaria, humor, nostalgia e personagens conhecidos, Street Fighter entrega uma experiência bastante divertida.
ATENÇÃO PARA A CENA PÓS-CRÉDITOS
E temos um aviso importante para quem gosta de ficar até o final. O filme deixa uma possível continuação em aberto e, sim, temos cena pós-créditos! Então, nada de levantar da cadeira assim que os créditos começarem.
Agora queremos saber: vocês já conferiram Street Fighter nos cinemas? Contem para a gente o que acharam nas nossas redes sociais!
- Adicione o Séries em Cena às suas Fontes Favoritas do Google para receber nossos conteúdos com mais frequência.

Com muito bom humor, nostalgia e pancadaria, Street Fighter chega aos cinemas nesta quinta-feira (15), trazendo de volta os personagens icônicos do clássico jogo da Capcom. Dirigido por Kitao Sakurai e distribuído pela Paramount Pictures Brasil, o longa acompanha os velhos amigos e lutadores Ryu e Ken em uma aventura que abraça o exagero e não tem medo de fazer o público rir.
Com Andrew Koji, Noah Centineo, Callina Liang, David Dastmalchian e Jason Momoa no elenco, a adaptação aposta em lutas, referências aos jogos e muita diversão. E, pelo menos nesse quesito, podemos dizer que já estamos prontos para o Round 1!
- A partir daqui, o texto pode conter spoilers sobre o filme.
Quando Chun-Li embarca na missão de recrutar os melhores lutadores para o Torneio World Warrior, comandado pelo temido M. Bison, ela acaba cruzando o caminho de Ken Masters. Longe dos dias de glória, Ken agora leva uma vida rasa e fútil após perder misteriosamente seu mestre e ver seu melhor amigo e parceiro de luta, Ryu, desaparecer do mapa.
Além de Ken, Chun-Li reúne outros rostos bastante conhecidos pelos fãs da franquia e, assim, começa o aguardado torneio. Mas, conforme a competição avança, descobrimos as verdadeiras intenções de M. Bison e como Ryu, atual campeão do torneio, pode ser peça fundamental para ajudar seu antigo amigo.
A farofa que a gente queria
Diferentemente de outras adaptações de franquias de jogos, Street Fighter não tem medo de exagerar no bom humor e até abraçar um pouco da famosa “vergonha alheia”. O filme não se leva a sério, e isso é justamente uma das coisas que mais funcionam. Para mim, o longa prometeu uma verdadeira farofa e entregou exatamente isso. E, neste caso, digo “farofa” da melhor maneira possível.

O filme entende muito bem o tipo de experiência que quer proporcionar. É exagerado, divertido, colorido e cheio de momentos que provavelmente vão arrancar risadas da plateia. Em vez de tentar transformar Street Fighter em algo extremamente sério, a produção abraça o absurdo que faz parte da própria essência da franquia.
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Nostalgia em cada golpe
Um dos maiores acertos está na maneira como o filme trabalha a nostalgia. O uso de animação durante as cenas de flashback foi uma escolha certeira e reforça aquela sensação de voltar às manhãs em frente à televisão, assistindo a desenhos animados. É um recurso simples, mas que funciona muito bem para conectar o público adulto às memórias da franquia.
As frases de efeito propositalmente clichês, as lutas bem coreografadas, a iluminação e a trilha sonora também trabalham em conjunto para construir a identidade do longa. Tudo parece pensado para entregar uma experiência exagerada e divertida, exatamente como o universo de Street Fighter pede.
Um elenco que parece ter saído do jogo
Falando em escalação, é difícil não destacar o elenco. Os atores conseguem incorporar muito bem seus respectivos personagens, tanto visualmente quanto na maneira de interpretá-los. Mesmo aqueles que têm menos tempo de tela conseguem encontrar seu momento de brilhar. E, claro, não podemos deixar de falar do nosso Blanka, a fera brasileira.

Jason Momoa pode ter apenas alguns minutos de tela, mas consegue conquistar o público rapidamente com o jeito irreverente do personagem. É uma participação que poderia facilmente ter sido esquecível, mas que acaba se tornando uma das surpresas mais divertidas do longa.
É uma obra-prima? Não. E nem precisa ser.
Resumindo, Street Fighter é uma obra-prima do cinema? Definitivamente, não. E essa nem parece ser a proposta. O filme quer ser uma diversão descompromissada. É uma experiência mais leve, exagerada e nostálgica para os adultos que cresceram conhecendo a franquia, mas divertida o suficiente para conquistar uma nova geração.
E talvez esse seja justamente o maior mérito do longa. Ele sabe exatamente o que quer ser. Se a sua ideia é sentar na poltrona, desligar um pouco o cérebro, comer uma pipoca e aproveitar uma boa dose de pancadaria, humor, nostalgia e personagens conhecidos, Street Fighter entrega uma experiência bastante divertida.
ATENÇÃO PARA A CENA PÓS-CRÉDITOS
E temos um aviso importante para quem gosta de ficar até o final. O filme deixa uma possível continuação em aberto e, sim, temos cena pós-créditos! Então, nada de levantar da cadeira assim que os créditos começarem.
Agora queremos saber: vocês já conferiram Street Fighter nos cinemas? Contem para a gente o que acharam nas nossas redes sociais!
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