Um ano de Guerreiras do K-Pop: curiosidade da animação que virou fenômeno na Netflix
Desde sua chegada ao streaming, a produção da Sony Pictures Animation se consolidou como um dos maiores sucessos recentes da cultura pop.
Filmes Por Sofia Luppi
21 de junho de 2026 às 09h15
Neste sábado (20), o filme Guerreiras do K-Pop completou um ano desde sua estreia na Netflix. A animação protagonizada por Rumi, Mira e Zoey se tornou um verdadeiro fenômeno em 2025, conquistando prêmios como Oscar e Grammy, além de quebrar recordes no Spotify e na Billboard.
Para celebrar esses feitos e aliviar um pouco a ansiedade pela sequência já confirmada, confira algumas curiosidades:
1 – Sete Anos de Produção
Foram necessários sete anos para que Guerreiras do K-Pop saísse do papel. A criadora e codiretora da animação, Maggie Kang, apresentou o projeto pela primeira vez em 2016, justamente no auge da popularidade do BTS.

Temperatura Máxima hoje: Veja o filme que a Globo exibe neste domingo (21/06)

Em entrevista ao The New York Times, ela explicou que a ascensão global do K-Pop foi fundamental para convencer os estúdios sobre a viabilidade do longa. “Não acho que tenha sido difícil vendê-lo nesse sentido. Se você estivesse vivendo em uma caverna, saberia o quão grande o BTS e o conteúdo coreano haviam se tornado”, afirmou Kang.
2 – As HUNTRI/X quase não existiram
Inicialmente, as HUNTR/X não seriam um grupo de K-Pop. Em entrevista ao Mashable, Maggie Kang revelou que a ideia original era apresentar as protagonistas apenas como caçadores de demônios, em um conceito mais próximo de Buffy: A Caça-Vampiros. A faceta musical foi incorporada posteriormente.
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“Era mais uma coisa coreana que eu poderia adicionar e que serviria como a persona pública deles. Isso trouxe espetáculo, ampliou a escala da história e, obviamente, transformou o projeto em um musical”, explicou a cineasta.

3 – As músicas vieram antes do roteiro
A trilha sonora é um dos elementos mais marcantes da animação. Segundo o produtor Ian Eisendrath, as músicas foram compostas e gravadas antes mesmo de os produtores definirem exatamente onde elas apareceriam na história.
Em entrevista à Tudum, ele contou que as canções precisavam funcionar não apenas no filme, mas também como sucessos independentes. “Nós sempre escrevemos a narrativa do filme, mas queríamos ter certeza de que eles seriam discos independentes”, ele revelou.
4 – O mesmo vilão de outro sucesso sul-coreano
Pouca gente sabe, mas Guerreiras do K-Pop e Round 6 compartilham o mesmo ator em seus vilões. Isso porque o astro sul-coreano Lee Byung-hun interpreta o Front Man na série original da Netflix e também emprestou sua voz, tanto na versão em coreano quanto na inglês, para Gwin-Ma, o governante maligno do Reino Demoníaco.

5 – Participação Especial
Em uma cena em que as HUNTR/X estão navegando pelas redes sociais, é possível encontrar uma foto de Rumi e Jinu publicada pelo user @Magg_kang24.
O detalhe funciona como um easter egg para os fãs mais atentos, já que o nome é uma referência direta à criadora da animação, Maggie Kang.

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Desde sua chegada ao streaming, a produção da Sony Pictures Animation se consolidou como um dos maiores sucessos recentes da cultura pop.
Por Sofia Luppi
21 de junho de 2026, 09h15

Neste sábado (20), o filme Guerreiras do K-Pop completou um ano desde sua estreia na Netflix. A animação protagonizada por Rumi, Mira e Zoey se tornou um verdadeiro fenômeno em 2025, conquistando prêmios como Oscar e Grammy, além de quebrar recordes no Spotify e na Billboard.
Para celebrar esses feitos e aliviar um pouco a ansiedade pela sequência já confirmada, confira algumas curiosidades:
1 – Sete Anos de Produção
Foram necessários sete anos para que Guerreiras do K-Pop saísse do papel. A criadora e codiretora da animação, Maggie Kang, apresentou o projeto pela primeira vez em 2016, justamente no auge da popularidade do BTS.

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Em entrevista ao The New York Times, ela explicou que a ascensão global do K-Pop foi fundamental para convencer os estúdios sobre a viabilidade do longa. “Não acho que tenha sido difícil vendê-lo nesse sentido. Se você estivesse vivendo em uma caverna, saberia o quão grande o BTS e o conteúdo coreano haviam se tornado”, afirmou Kang.
2 – As HUNTRI/X quase não existiram
Inicialmente, as HUNTR/X não seriam um grupo de K-Pop. Em entrevista ao Mashable, Maggie Kang revelou que a ideia original era apresentar as protagonistas apenas como caçadores de demônios, em um conceito mais próximo de Buffy: A Caça-Vampiros. A faceta musical foi incorporada posteriormente.
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“Era mais uma coisa coreana que eu poderia adicionar e que serviria como a persona pública deles. Isso trouxe espetáculo, ampliou a escala da história e, obviamente, transformou o projeto em um musical”, explicou a cineasta.

3 – As músicas vieram antes do roteiro
A trilha sonora é um dos elementos mais marcantes da animação. Segundo o produtor Ian Eisendrath, as músicas foram compostas e gravadas antes mesmo de os produtores definirem exatamente onde elas apareceriam na história.
Em entrevista à Tudum, ele contou que as canções precisavam funcionar não apenas no filme, mas também como sucessos independentes. “Nós sempre escrevemos a narrativa do filme, mas queríamos ter certeza de que eles seriam discos independentes”, ele revelou.
4 – O mesmo vilão de outro sucesso sul-coreano
Pouca gente sabe, mas Guerreiras do K-Pop e Round 6 compartilham o mesmo ator em seus vilões. Isso porque o astro sul-coreano Lee Byung-hun interpreta o Front Man na série original da Netflix e também emprestou sua voz, tanto na versão em coreano quanto na inglês, para Gwin-Ma, o governante maligno do Reino Demoníaco.

5 – Participação Especial
Em uma cena em que as HUNTR/X estão navegando pelas redes sociais, é possível encontrar uma foto de Rumi e Jinu publicada pelo user @Magg_kang24.
O detalhe funciona como um easter egg para os fãs mais atentos, já que o nome é uma referência direta à criadora da animação, Maggie Kang.

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