Review: Todo Dia (Every Day 2018)
PUBLICIDADE Baseado no best-seller de David Levithan, Todo Dia acompanha a história de Rhiannon, uma adolescente de 16 anos que se apaixona por “A”, uma entidade que acorda todos os dias no corpo de uma pessoa diferente. Sem saber quem A será no dia seguinte, os dois tentam manter uma relação que desafia identidade, limites […]
Reviews Baseado no best-seller de David Levithan, Todo Dia acompanha a história de Rhiannon, uma adolescente de 16 anos que se apaixona por “A”, uma entidade que acorda todos os dias no corpo de uma pessoa diferente.
Sem saber quem A será no dia seguinte, os dois tentam manter uma relação que desafia identidade, limites emocionais e a noção tradicional de amor. À medida que a conexão se intensifica, o casal precisa enfrentar as consequências de um vínculo que se reinventa a cada 24 horas.
Um romance que foge do clichê ao tratar diferença e empatia
Embora a premissa pareça a de um romance adolescente convencional, o filme entrega um conceito mais profundo ao explorar como é amar alguém cuja aparência e vida mudam diariamente. O roteiro evidencia as situações extremas que A enfrenta, como acordar no corpo de alguém em crise emocional ou de uma pessoa profundamente religiosa que acredita estar lidando com algo sobrenatural.

Critica: A Grande Inundação
Esses cenários ampliam a discussão sobre empatia, identidade e limites morais, sempre tentando entender até onde o amor consegue ultrapassar barreiras físicas e psicológicas.

O longa não se preocupa em desenvolver todos os personagens ao redor, o que é natural diante da estrutura proposta. Ainda assim, a narrativa cumpre seu papel ao mostrar como Rhiannon e A constroem laços reais apesar das diferenças diárias. Essa dinâmica é o ponto mais forte da produção e entrega momentos sinceros, emotivos e surpreendentes ao público.
Leia também
Entre leveza e tensão, um filme conduzido por emoção e escolhas difíceis
A trilha sonora funciona como uma aliada na construção do clima leve, confortável e esperançoso que guia boa parte da história. No entanto, Todo Dia também se permite mergulhar em situações tensas e dramáticas, como a relação complicada de Rhiannon com a família e com o namorado, além dos conflitos internos de A ao evitar interferir diretamente na vida das pessoas cujos corpos ocupa.
O filme acerta ao reforçar que o amor apresentado ali não é físico, mas emocional. A mensagem é clara: conexões verdadeiras podem transcender aparências e circunstâncias, mesmo quando colocam seus personagens diante de decisões difíceis e finais inesperados.

Todo Dia entrega uma narrativa delicada, envolvente e contemporânea, capaz de emocionar e surpreender. Com uma construção bem dosada entre leveza e profundidade, o longa se destaca entre as adaptações jovens por oferecer um olhar mais sensível sobre identidade, amor e aceitação.
Redatora do site Séries em Cena. Assessora de imprensa, galaxy defender e fã Nº1 de How I Met Your Mother. Sempre entregando vídeos de shows de qualidade duvidosa lá no Instagram. E-mail: mayara@seriesemcena.com.br
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Review: Todo Dia (Every Day 2018)
PUBLICIDADE Baseado no best-seller de David Levithan, Todo Dia acompanha a história de Rhiannon, uma adolescente de 16 anos que se apaixona por “A”, uma entidade que acorda todos os dias no corpo de uma pessoa diferente. Sem saber quem A será no dia seguinte, os dois tentam manter uma relação que desafia identidade, limites […]
Por Mayara
18 de julho de 2018, 00h01 · Atualizado em 08/12/2025

Baseado no best-seller de David Levithan, Todo Dia acompanha a história de Rhiannon, uma adolescente de 16 anos que se apaixona por “A”, uma entidade que acorda todos os dias no corpo de uma pessoa diferente.
Sem saber quem A será no dia seguinte, os dois tentam manter uma relação que desafia identidade, limites emocionais e a noção tradicional de amor. À medida que a conexão se intensifica, o casal precisa enfrentar as consequências de um vínculo que se reinventa a cada 24 horas.
Um romance que foge do clichê ao tratar diferença e empatia
Embora a premissa pareça a de um romance adolescente convencional, o filme entrega um conceito mais profundo ao explorar como é amar alguém cuja aparência e vida mudam diariamente. O roteiro evidencia as situações extremas que A enfrenta, como acordar no corpo de alguém em crise emocional ou de uma pessoa profundamente religiosa que acredita estar lidando com algo sobrenatural.

Critica: A Grande Inundação
Esses cenários ampliam a discussão sobre empatia, identidade e limites morais, sempre tentando entender até onde o amor consegue ultrapassar barreiras físicas e psicológicas.

O longa não se preocupa em desenvolver todos os personagens ao redor, o que é natural diante da estrutura proposta. Ainda assim, a narrativa cumpre seu papel ao mostrar como Rhiannon e A constroem laços reais apesar das diferenças diárias. Essa dinâmica é o ponto mais forte da produção e entrega momentos sinceros, emotivos e surpreendentes ao público.
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Entre leveza e tensão, um filme conduzido por emoção e escolhas difíceis
A trilha sonora funciona como uma aliada na construção do clima leve, confortável e esperançoso que guia boa parte da história. No entanto, Todo Dia também se permite mergulhar em situações tensas e dramáticas, como a relação complicada de Rhiannon com a família e com o namorado, além dos conflitos internos de A ao evitar interferir diretamente na vida das pessoas cujos corpos ocupa.
O filme acerta ao reforçar que o amor apresentado ali não é físico, mas emocional. A mensagem é clara: conexões verdadeiras podem transcender aparências e circunstâncias, mesmo quando colocam seus personagens diante de decisões difíceis e finais inesperados.

Todo Dia entrega uma narrativa delicada, envolvente e contemporânea, capaz de emocionar e surpreender. Com uma construção bem dosada entre leveza e profundidade, o longa se destaca entre as adaptações jovens por oferecer um olhar mais sensível sobre identidade, amor e aceitação.
Redatora do site Séries em Cena. Assessora de imprensa, galaxy defender e fã Nº1 de How I Met Your Mother. Sempre entregando vídeos de shows de qualidade duvidosa lá no Instagram. E-mail: mayara@seriesemcena.com.br



