Review: Dynasty (Dinastia) – 1ª Temporada
PUBLICIDADE Talvez eu tenha chegado um pouco atrasado à festa, mas Dinastia merece ser comentada. A série é fruto da parceria entre a CW e a Netflix, que também colaboram em produções como Riverdale e Raio Negro. O reboot atual resgata o clássico drama dos anos 80 e acompanha Fallon Carrington, interpretada por Elizabeth Gillies, […]
Reviews Talvez eu tenha chegado um pouco atrasado à festa, mas Dinastia merece ser comentada. A série é fruto da parceria entre a CW e a Netflix, que também colaboram em produções como Riverdale e Raio Negro.
O reboot atual resgata o clássico drama dos anos 80 e acompanha Fallon Carrington, interpretada por Elizabeth Gillies, em sua jornada para assumir o controle da poderosa empresa de energia Carrington Atlantic. Rica, ambiciosa e cheia de personalidade, Fallon conduz a narrativa com carisma e provocações afiadas.
Uma novela moderna com ritmo jovem e personalidade própria
Muitos fãs compararam Dinastia a Gossip Girl, sugerindo que a série veio preencher um espaço deixado pelo fenômeno adolescente. No entanto, a produção está muito mais próxima do formato de novelas brasileiras ou telenovelas mexicanas do que da antiga série da CW. Reviravoltas dramáticas, disputas familiares, romances explosivos e rivalidades intensas moldam o tom da história. A surpresa é perceber o quanto esse formato funciona bem dentro da proposta do reboot.

Critica: A Grande Inundação

A série é ciente de sua natureza exagerada e previsível. Clichês aparecem em abundância, personagens seguem arquétipos clássicos e algumas atuações do elenco de apoio lembram, de fato, produções folhetinescas. Mas reduzir Dinastia apenas às suas limitações seria ignorar sua maior qualidade: ela sabe exatamente o que é e não tenta se disfarçar. O resultado é um entretenimento leve, divertido e envolvente.
Fallon é o coração da série e a maior razão para continuar assistindo
Boa parte do charme da temporada se deve a Fallon. A personagem domina qualquer cena em que aparece, equilibrando humor ácido, arrogância divertida e vulnerabilidade suficiente para manter o público investido. As interações entre Fallon e Cristal, vivida por Nathalie Kelley, são algumas das mais saborosas, combinando rivalidade, sarcasmo e uma dinâmica que parece saída diretamente das grandes novelas familiares que marcaram gerações.
Leia também
Dinastia entrega exatamente o que promete: uma trama exagerada, cheia de viradas e com personagens larger-than-life. Se você abraça o estilo, a diversão é garantida. A série reconhece seus próprios defeitos, brinca com eles e cria um universo que, acima de tudo, cumpre sua função principal: entreter.
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Review: Dynasty (Dinastia) – 1ª Temporada
PUBLICIDADE Talvez eu tenha chegado um pouco atrasado à festa, mas Dinastia merece ser comentada. A série é fruto da parceria entre a CW e a Netflix, que também colaboram em produções como Riverdale e Raio Negro. O reboot atual resgata o clássico drama dos anos 80 e acompanha Fallon Carrington, interpretada por Elizabeth Gillies, […]
Por Gabriel Aquino
27 de julho, 11h11 · Atualizado em 08/12/2025

Talvez eu tenha chegado um pouco atrasado à festa, mas Dinastia merece ser comentada. A série é fruto da parceria entre a CW e a Netflix, que também colaboram em produções como Riverdale e Raio Negro.
O reboot atual resgata o clássico drama dos anos 80 e acompanha Fallon Carrington, interpretada por Elizabeth Gillies, em sua jornada para assumir o controle da poderosa empresa de energia Carrington Atlantic. Rica, ambiciosa e cheia de personalidade, Fallon conduz a narrativa com carisma e provocações afiadas.
Uma novela moderna com ritmo jovem e personalidade própria
Muitos fãs compararam Dinastia a Gossip Girl, sugerindo que a série veio preencher um espaço deixado pelo fenômeno adolescente. No entanto, a produção está muito mais próxima do formato de novelas brasileiras ou telenovelas mexicanas do que da antiga série da CW. Reviravoltas dramáticas, disputas familiares, romances explosivos e rivalidades intensas moldam o tom da história. A surpresa é perceber o quanto esse formato funciona bem dentro da proposta do reboot.

Critica: A Grande Inundação

A série é ciente de sua natureza exagerada e previsível. Clichês aparecem em abundância, personagens seguem arquétipos clássicos e algumas atuações do elenco de apoio lembram, de fato, produções folhetinescas. Mas reduzir Dinastia apenas às suas limitações seria ignorar sua maior qualidade: ela sabe exatamente o que é e não tenta se disfarçar. O resultado é um entretenimento leve, divertido e envolvente.
Fallon é o coração da série e a maior razão para continuar assistindo
Boa parte do charme da temporada se deve a Fallon. A personagem domina qualquer cena em que aparece, equilibrando humor ácido, arrogância divertida e vulnerabilidade suficiente para manter o público investido. As interações entre Fallon e Cristal, vivida por Nathalie Kelley, são algumas das mais saborosas, combinando rivalidade, sarcasmo e uma dinâmica que parece saída diretamente das grandes novelas familiares que marcaram gerações.
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Dinastia entrega exatamente o que promete: uma trama exagerada, cheia de viradas e com personagens larger-than-life. Se você abraça o estilo, a diversão é garantida. A série reconhece seus próprios defeitos, brinca com eles e cria um universo que, acima de tudo, cumpre sua função principal: entreter.



