Review: Trollhunters – A Série Completa
PUBLICIDADE A parceria entre a Netflix e a DreamWorks Animation já rendeu uma série de títulos conhecidos do público, como The Adventures of Puss in Boots, All Hail King Julien e Dragons: Race to the Edge. No entanto, nenhuma delas alcançou o impacto cultural de Trollhunters, criação de Guillermo del Toro. A presença do diretor […]
Reviews A parceria entre a Netflix e a DreamWorks Animation já rendeu uma série de títulos conhecidos do público, como The Adventures of Puss in Boots, All Hail King Julien e Dragons: Race to the Edge. No entanto, nenhuma delas alcançou o impacto cultural de Trollhunters, criação de Guillermo del Toro. A presença do diretor de A Forma da Água na produção explica muito da ambição visual e narrativa que diferencia a série dentro do catálogo.
Um universo rico, cinematográfico e emocionalmente envolvente
Trollhunters acompanha Jim Lake, dublado por Anton Yelchin, Emile Hirsch e Charles Emmanuel, um adolescente de 16 anos que encontra um amuleto mágico e se torna o protetor dos trolls. A partir daí, ele precisa impedir que Gunmar e Morgana tragam a Noite Eterna ao mundo. O que poderia ser uma trama infantil comum ganha profundidade com escolhas difíceis, amizades improváveis e uma mitologia rica que sustenta o desenvolvimento dos personagens ao longo das temporadas.

A série impressiona pela qualidade técnica. A animação carrega uma estética que lembra produções cinematográficas, com cenas de ação coreografadas com precisão e uma direção de arte que foge ao padrão das animações feitas para TV. Tanto no áudio original quanto na dublagem brasileira, o trabalho é cuidadoso e reforça a força emocional da história.

Crítica: Euphoria cresce em ambição na 3ª temporada, mas perde sua essência
Uma aventura universal e um marco dentro da parceria Netflix + DreamWorks
Um dos maiores méritos de Trollhunters é seu alcance. Embora seja dirigida ao público infantil, a série não subestima quem está assistindo. O roteiro traz conflitos bem construídos e momentos de impacto que emocionam espectadores de qualquer idade. Os episódios finais, em especial, mostram o quanto a produção investe em ritmo, drama e espetáculo visual, entregando uma narrativa que prende e emociona.
O universo criado por Del Toro é tão vasto que já deu origem a novas séries derivadas, ampliando o que a Netflix e a DreamWorks chamam de Tales of Arcadia. Trollhunters encerrou sua trajetória este ano, mas deixou um legado que eleva o nível das animações no streaming e cria uma base sólida para os próximos capítulos desse universo.
Leia também
Se você ainda não assistiu, vale colocar Trollhunters no topo da sua lista. A série combina emoção, aventura e um acabamento visual raro na TV, tornando-se uma das produções animadas mais marcantes dos últimos anos.
Jornalista apaixonado por séries.
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Review: Trollhunters – A Série Completa
PUBLICIDADE A parceria entre a Netflix e a DreamWorks Animation já rendeu uma série de títulos conhecidos do público, como The Adventures of Puss in Boots, All Hail King Julien e Dragons: Race to the Edge. No entanto, nenhuma delas alcançou o impacto cultural de Trollhunters, criação de Guillermo del Toro. A presença do diretor […]
Por Gabriel Aquino
01 de junho de 2018, 11h24 · Atualizado em 08/12/2025

A parceria entre a Netflix e a DreamWorks Animation já rendeu uma série de títulos conhecidos do público, como The Adventures of Puss in Boots, All Hail King Julien e Dragons: Race to the Edge. No entanto, nenhuma delas alcançou o impacto cultural de Trollhunters, criação de Guillermo del Toro. A presença do diretor de A Forma da Água na produção explica muito da ambição visual e narrativa que diferencia a série dentro do catálogo.
Um universo rico, cinematográfico e emocionalmente envolvente
Trollhunters acompanha Jim Lake, dublado por Anton Yelchin, Emile Hirsch e Charles Emmanuel, um adolescente de 16 anos que encontra um amuleto mágico e se torna o protetor dos trolls. A partir daí, ele precisa impedir que Gunmar e Morgana tragam a Noite Eterna ao mundo. O que poderia ser uma trama infantil comum ganha profundidade com escolhas difíceis, amizades improváveis e uma mitologia rica que sustenta o desenvolvimento dos personagens ao longo das temporadas.

A série impressiona pela qualidade técnica. A animação carrega uma estética que lembra produções cinematográficas, com cenas de ação coreografadas com precisão e uma direção de arte que foge ao padrão das animações feitas para TV. Tanto no áudio original quanto na dublagem brasileira, o trabalho é cuidadoso e reforça a força emocional da história.

Crítica: Euphoria cresce em ambição na 3ª temporada, mas perde sua essência
Uma aventura universal e um marco dentro da parceria Netflix + DreamWorks
Um dos maiores méritos de Trollhunters é seu alcance. Embora seja dirigida ao público infantil, a série não subestima quem está assistindo. O roteiro traz conflitos bem construídos e momentos de impacto que emocionam espectadores de qualquer idade. Os episódios finais, em especial, mostram o quanto a produção investe em ritmo, drama e espetáculo visual, entregando uma narrativa que prende e emociona.
O universo criado por Del Toro é tão vasto que já deu origem a novas séries derivadas, ampliando o que a Netflix e a DreamWorks chamam de Tales of Arcadia. Trollhunters encerrou sua trajetória este ano, mas deixou um legado que eleva o nível das animações no streaming e cria uma base sólida para os próximos capítulos desse universo.
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Se você ainda não assistiu, vale colocar Trollhunters no topo da sua lista. A série combina emoção, aventura e um acabamento visual raro na TV, tornando-se uma das produções animadas mais marcantes dos últimos anos.



