Made in Korea: 2ª temporada amplia disputa pelo poder após salto de nove anos
Novos episódios levam Baek Ki-tae ao centro de uma crise política enquanto antigos aliados e rivais passam a ameaçar sua ascensão.

A segunda temporada de Made in Korea muda o tamanho da disputa apresentada pelo Disney+. Depois de acompanhar a ascensão de Baek Ki-tae, vivido por Hyun Bin, a série, que retornou nesta quarta-feira (9), avança nove anos e reencontra seus personagens em 1979, diante de uma Coreia do Sul prestes a atravessar uma grande ruptura política.
Ki-tae alcançou dinheiro, influência e uma posição elevada dentro da KCIA. O poder, porém, não encerrou sua ambição. Pelo contrário, colocou o personagem diante de adversários ainda mais perigosos e transformou relações construídas na primeira temporada.
Os seis novos episódios também aproximam a ficção de acontecimentos históricos daquele período. A trama parte do cenário criado pelo assassinato do presidente Park Chung-hee e avança em direção aos acontecimentos que antecederam o golpe militar de dezembro de 1979.
Baek Ki-tae está mais poderoso e mais isolado
Hyun Bin explicou que a distância entre as duas temporadas deveria aparecer até nos pequenos detalhes do protagonista. Em entrevista ao Omelete, o ator destacou que “a posição do Ki-tae muda drasticamente entre as temporadas”.

Essa transformação aparece na postura, na forma de falar e na maneira como Ki-tae reage às pessoas ao seu redor. Ele conseguiu praticamente tudo aquilo que buscava anteriormente, mas agora precisa preservar esse espaço enquanto diferentes forças tentam derrubá-lo.
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Geon-young retorna movido por vingança
Jang Geon-young, interpretado por Jung Woo-sung, também não é mais o mesmo. Depois de sofrer as consequências do confronto anterior com Ki-tae, ele retorna ligado ao quartel-general conjunto de investigação e disposto a enfrentar novamente seu antigo rival.
A busca por justiça, entretanto, começa a assumir características de vingança pessoal. Essa mudança enfraquece a divisão entre herói e vilão e coloca os dois personagens dentro de uma disputa na qual interesses individuais se misturam ao caos político daquele período.
Ki-hyun pode mudar a guerra pelo poder
Baek Ki-hyun, personagem de Woo Do-hwan, completa o principal triângulo de tensão. Nove anos depois, ele construiu uma carreira militar e passou a desenvolver convicções próprias, algo que pode colocá-lo diretamente contra o irmão.
A nova temporada ainda amplia o espaço de Oh Ye-jin, Ikeda Yuji e Pyo Hak-soo. Com alianças menos previsíveis e antigos subordinados ocupando novas posições, Made in Korea deixa de acompanhar apenas a ascensão de Ki-tae para mostrar quanto custa permanecer no poder.
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Estudante de jornalismo apaixonado por séries, sempre em busca da próxima maratona. Atualmente, estagiário no Séries em Cena, onde exploro o universo das produções e compartilho meu olhar crítico sobre o que está em alta no mundo das telinhas. E-mail: lucas.emanuel@seriesemcena.com.br
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Made in Korea: 2ª temporada amplia disputa pelo poder após salto de nove anos
Novos episódios levam Baek Ki-tae ao centro de uma crise política enquanto antigos aliados e rivais passam a ameaçar sua ascensão.
Por Lucas Emanuel
09 de setembro de 2026, 11h07

A segunda temporada de Made in Korea muda o tamanho da disputa apresentada pelo Disney+. Depois de acompanhar a ascensão de Baek Ki-tae, vivido por Hyun Bin, a série, que retornou nesta quarta-feira (9), avança nove anos e reencontra seus personagens em 1979, diante de uma Coreia do Sul prestes a atravessar uma grande ruptura política.
Ki-tae alcançou dinheiro, influência e uma posição elevada dentro da KCIA. O poder, porém, não encerrou sua ambição. Pelo contrário, colocou o personagem diante de adversários ainda mais perigosos e transformou relações construídas na primeira temporada.
Os seis novos episódios também aproximam a ficção de acontecimentos históricos daquele período. A trama parte do cenário criado pelo assassinato do presidente Park Chung-hee e avança em direção aos acontecimentos que antecederam o golpe militar de dezembro de 1979.
Baek Ki-tae está mais poderoso e mais isolado
Hyun Bin explicou que a distância entre as duas temporadas deveria aparecer até nos pequenos detalhes do protagonista. Em entrevista ao Omelete, o ator destacou que “a posição do Ki-tae muda drasticamente entre as temporadas”.

Essa transformação aparece na postura, na forma de falar e na maneira como Ki-tae reage às pessoas ao seu redor. Ele conseguiu praticamente tudo aquilo que buscava anteriormente, mas agora precisa preservar esse espaço enquanto diferentes forças tentam derrubá-lo.
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Geon-young retorna movido por vingança
Jang Geon-young, interpretado por Jung Woo-sung, também não é mais o mesmo. Depois de sofrer as consequências do confronto anterior com Ki-tae, ele retorna ligado ao quartel-general conjunto de investigação e disposto a enfrentar novamente seu antigo rival.
A busca por justiça, entretanto, começa a assumir características de vingança pessoal. Essa mudança enfraquece a divisão entre herói e vilão e coloca os dois personagens dentro de uma disputa na qual interesses individuais se misturam ao caos político daquele período.
Ki-hyun pode mudar a guerra pelo poder
Baek Ki-hyun, personagem de Woo Do-hwan, completa o principal triângulo de tensão. Nove anos depois, ele construiu uma carreira militar e passou a desenvolver convicções próprias, algo que pode colocá-lo diretamente contra o irmão.
A nova temporada ainda amplia o espaço de Oh Ye-jin, Ikeda Yuji e Pyo Hak-soo. Com alianças menos previsíveis e antigos subordinados ocupando novas posições, Made in Korea deixa de acompanhar apenas a ascensão de Ki-tae para mostrar quanto custa permanecer no poder.
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Estudante de jornalismo apaixonado por séries, sempre em busca da próxima maratona. Atualmente, estagiário no Séries em Cena, onde exploro o universo das produções e compartilho meu olhar crítico sobre o que está em alta no mundo das telinhas. E-mail: lucas.emanuel@seriesemcena.com.br
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