A discussão sobre os limites da inteligência artificial ganha contornos mais sombrios em Justiça Artificial, novo thriller futurista estrelado por Chris Pratt e Rebecca Ferguson. O longa estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (22) e aposta em uma narrativa de suspense em tempo real para questionar até que ponto algoritmos podem decidir o destino de vidas humanas.
Dirigido por Timur Bekmambetov, a produção imagina um sistema judicial quase totalmente automatizado, no qual não há espaço para dúvida, empatia ou erro humano. Nesse cenário, o protagonista se vê obrigado a enfrentar uma máquina implacável que presume culpa antes mesmo do julgamento começar.
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Elenco e personagens centrais
Chris Pratt lidera o elenco como o detetive colocado em xeque por um sistema que não admite falhas. Rebecca Ferguson interpreta Maddox, a juíza artificial que representa a face fria e lógica da nova justiça automatizada. Annabelle Wallis surge como a esposa do protagonista, cuja morte dá início ao conflito central da trama.
O elenco de apoio inclui nomes como Kali Reis, Chris Sullivan, Kenneth Choi e Rafi Gavron, que ajudam a construir o universo jurídico e tecnológico em torno do julgamento, ampliando a sensação de vigilância constante.
Onde assistir Justiça Artificial e quando estreia no Prime Video?
Justiça Artificial não estreia diretamente no streaming. O filme chega primeiro aos cinemas nesta quinta-feira (22). Apesar de ser uma produção da Amazon MGM Studios, não há data oficial confirmada para o lançamento no Prime Video.
A expectativa é que o longa siga o padrão tradicional: exibição nos cinemas e depois inclusão no catálogo do Prime Video. Até o momento, essa janela ainda não foi anunciada oficialmente.
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O que esperar do filme?
Justiça Artificial se apoia em uma estética tecnológica marcada por interfaces digitais, câmeras de segurança e telas, recurso recorrente na filmografia de Bekmambetov. A proposta reforça a ideia de um mundo onde tudo é monitorado, registrado e transformado em prova.
Além da ação e do suspense, o filme discute temas como presunção de culpa, privacidade digital, dependência de algoritmos e o risco de delegar decisões morais a sistemas programados.
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