O Hotel Royal: suspense aclamado pela crítica em alta na Netflix quebra a expectativa do público
PUBLICIDADE O filme O Hotel Royal, lançado em 2023, estreou no catálogo da Netflix nesta semana direto para o topo dos filmes mais assistidos da plataforma. Dirigido por Kitty Green e estrelado por Julia Garner e Jessica Henwick, a trama acompanha duas amigas que viajam para a Austrália em busca de aventuras, mas acabam presas em um ambiente hostil dentro de um […]
Filmes Por Igor
10 de setembro de 2025 às 11h20
O filme O Hotel Royal, lançado em 2023, estreou no catálogo da Netflix nesta semana direto para o topo dos filmes mais assistidos da plataforma.
Dirigido por Kitty Green e estrelado por Julia Garner e Jessica Henwick, a trama acompanha duas amigas que viajam para a Austrália em busca de aventuras, mas acabam presas em um ambiente hostil dentro de um bar isolado no interior do país.

O longa chama atenção não apenas pelo enredo sufocante, mas também pela recepção extremamente diferente entre crítica e público. Enquanto especialistas aclamam a obra como um retrato poderoso de tensões sociais e de gênero, muitos espectadores consideram o ritmo arrastado e o final anticlimático.

Tela Quente hoje: Veja o filme do Cine BBB que a Globo exibe nesta segunda (23/03)
O que dizem os críticos
A crítica internacional recebeu O Hotel Royal com entusiasmo. No Rotten Tomatoes, o filme acumula 89% de aprovação entre especialistas. Os elogios se concentram na atmosfera de constante ameaça, na direção precisa de Green e na habilidade de transformar um ambiente cotidiano em palco para o suspense psicológico.
Veículos como The Guardian e RogerEbert destacam que o longa não busca sustos fáceis, mas sim expor a sensação de insegurança feminina em um espaço dominado por figuras masculinas agressivas. Esse olhar torna a experiência cinematográfica mais densa e simbólica, reforçando o caráter de crítica social do projeto.
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A visão do público
Em contrapartida, a recepção do público foi bem menos calorosa. No mesmo Rotten Tomatoes, o índice de aprovação popular não passa de 37%.
Entre os comentários mais recorrentes, estão que “a tensão não leva a lugar nenhum” e que “o final deixa mais perguntas do que respostas”. Essa percepção reforça o choque entre expectativas: quem busca um suspense tradicional pode se frustrar com a abordagem realista e incômoda adotada pela diretora.

Elenco e curiosidades
O elenco de O Hotel Royal reúne nomes conhecidos e em ascensão:
- Julia Garner como Hanna
- Jessica Henwick como Liv
- Hugo Weaving como Billy
- Toby Wallace como Matty
Curiosidades também cercam a produção. O roteiro foi inspirado no documentário Hotel Coolgardie (2016), que retrata experiências reais de duas jovens estrangeiras em uma cidade mineradora australiana. Essa base documental explica a sensação de desconforto e realismo que permeia o longa.
Vale a pena assistir?
A grande questão que circula entre os assinantes da Netflix é: O Hotel Royal é bom? A resposta depende da expectativa. Para quem busca entretenimento rápido e um suspense convencional, o ritmo lento pode ser um obstáculo. Mas para o espectador disposto a mergulhar em um retrato social carregado de tensão psicológica, o filme se mostra uma experiência impactante e reflexiva.
O filme O Hotel Royal, disponível na Netflix, mostra como uma obra pode ser aclamada pela crítica e, ao mesmo tempo, rejeitada por parte do público. Essa polarização faz do longa não apenas um suspense, mas também um estudo sobre recepção, expectativa e formas de narrar o medo.
Estudante de jornalismo e apaixonado por cultura pop. Escrevo sobre séries, filmes e tudo que movimenta o entretenimento no Séries em Cena. E-mail: igor@seriesemcena.com.br
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Por Igor
10 de setembro de 2025, 11h20

O filme O Hotel Royal, lançado em 2023, estreou no catálogo da Netflix nesta semana direto para o topo dos filmes mais assistidos da plataforma.
Dirigido por Kitty Green e estrelado por Julia Garner e Jessica Henwick, a trama acompanha duas amigas que viajam para a Austrália em busca de aventuras, mas acabam presas em um ambiente hostil dentro de um bar isolado no interior do país.

O longa chama atenção não apenas pelo enredo sufocante, mas também pela recepção extremamente diferente entre crítica e público. Enquanto especialistas aclamam a obra como um retrato poderoso de tensões sociais e de gênero, muitos espectadores consideram o ritmo arrastado e o final anticlimático.

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O que dizem os críticos
A crítica internacional recebeu O Hotel Royal com entusiasmo. No Rotten Tomatoes, o filme acumula 89% de aprovação entre especialistas. Os elogios se concentram na atmosfera de constante ameaça, na direção precisa de Green e na habilidade de transformar um ambiente cotidiano em palco para o suspense psicológico.
Veículos como The Guardian e RogerEbert destacam que o longa não busca sustos fáceis, mas sim expor a sensação de insegurança feminina em um espaço dominado por figuras masculinas agressivas. Esse olhar torna a experiência cinematográfica mais densa e simbólica, reforçando o caráter de crítica social do projeto.
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A visão do público
Em contrapartida, a recepção do público foi bem menos calorosa. No mesmo Rotten Tomatoes, o índice de aprovação popular não passa de 37%.
Entre os comentários mais recorrentes, estão que “a tensão não leva a lugar nenhum” e que “o final deixa mais perguntas do que respostas”. Essa percepção reforça o choque entre expectativas: quem busca um suspense tradicional pode se frustrar com a abordagem realista e incômoda adotada pela diretora.

Elenco e curiosidades
O elenco de O Hotel Royal reúne nomes conhecidos e em ascensão:
- Julia Garner como Hanna
- Jessica Henwick como Liv
- Hugo Weaving como Billy
- Toby Wallace como Matty
Curiosidades também cercam a produção. O roteiro foi inspirado no documentário Hotel Coolgardie (2016), que retrata experiências reais de duas jovens estrangeiras em uma cidade mineradora australiana. Essa base documental explica a sensação de desconforto e realismo que permeia o longa.
Vale a pena assistir?
A grande questão que circula entre os assinantes da Netflix é: O Hotel Royal é bom? A resposta depende da expectativa. Para quem busca entretenimento rápido e um suspense convencional, o ritmo lento pode ser um obstáculo. Mas para o espectador disposto a mergulhar em um retrato social carregado de tensão psicológica, o filme se mostra uma experiência impactante e reflexiva.
O filme O Hotel Royal, disponível na Netflix, mostra como uma obra pode ser aclamada pela crítica e, ao mesmo tempo, rejeitada por parte do público. Essa polarização faz do longa não apenas um suspense, mas também um estudo sobre recepção, expectativa e formas de narrar o medo.
Estudante de jornalismo e apaixonado por cultura pop. Escrevo sobre séries, filmes e tudo que movimenta o entretenimento no Séries em Cena. E-mail: igor@seriesemcena.com.br
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