Os Testamentos terá 2ª temporada? Saiba o futuro da sequência de The Handmaid’s Tale
Último episódio colocou Agnes, Daisy e Tia Lydia no centro de uma nova fase da história
Notícias Os Testamentos: Das Filhas de Gilead encerrou sua 1ª temporada na última quarta-feira (27) com a continuidade garantida pelo Hulu. Derivada direta de The Handmaid’s Tale, a série chegou ao fim consolidando Agnes, Daisy e Tia Lydia como os novos eixos dramáticos do universo criado a partir da obra de Margaret Atwood.
O final também reforçou a mudança de foco da franquia após a trajetória de June Osborne. Com a renovação para a 2ª temporada anunciada antes da exibição do último episódio, a série passa a acompanhar como Gilead começa a revelar suas próprias rachaduras por meio de personagens formadas dentro de sua estrutura.
Renovação confirma força do universo de Gilead
A renovação de Os Testamentos mostra que a franquia ainda tem fôlego após o encerramento da série principal. Em vez de apenas prolongar a história original, a nova série desloca o olhar para personagens mais jovens e para as consequências de anos de domínio de Gilead.

Manual de Assassinato para Boas Garotas: entenda a história da 2ª temporada da série
Esse movimento também ajuda a diferenciar a produção da trajetória de June. A protagonista de The Handmaid’s Tale ainda funciona como elo emocional com a série original, mas Os Testamentos tenta construir sua própria identidade ao acompanhar personagens que cresceram sob as regras do regime e começam a entender o peso dessa realidade.

Série acompanha Agnes e Daisy em uma nova fase da história
A trama acompanha Agnes Mackenzie, criada dentro de Gilead como uma jovem obediente e preparada para ocupar o papel esperado pelo regime. Ao lado dela surge Daisy, uma personagem que chega de fora dessa estrutura e passa a enxergar o sistema com outra perspectiva, criando um contraste importante para a narrativa.
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As duas passam pela escola comandada por Tia Lydia, onde meninas da elite são moldadas para se tornarem futuras Esposas. A convivência entre elas se transforma em uma das principais engrenagens da história, especialmente porque a série aproxima suas trajetórias de forma mais direta do que acontece no livro original.
Bruce Miller explicou mudanças em relação ao livro
Uma das principais mudanças da adaptação envolve Daisy. No livro de Margaret Atwood, a personagem tem outra ligação com o legado de June, mas a série ajustou essa dinâmica para respeitar a cronologia de The Handmaid’s Tale. Ainda assim, Bruce Miller manteve uma conexão emocional entre as duas histórias.
Em entrevista à People, o criador explicou que buscava manter June como uma presença importante na jornada de Daisy. “Eu queria, pelo menos, uma sensação de mãe substituta”, afirmou Miller, ao comentar a relação entre as personagens e a forma como a nova série se conecta ao passado de The Handmaid’s Tale.
O que esperar da 2ª temporada?
A 2ª temporada deve retomar as consequências do desfecho e ampliar o papel de Agnes e Daisy na resistência contra Gilead. A série também deve aprofundar a posição ambígua de Tia Lydia, uma das figuras mais complexas desse universo.
Com a nova fase confirmada, Os Testamentos passa a expandir The Handmaid’s Tale sem depender apenas de June. O caminho deve seguir pelas contradições internas de Gilead, mostrando como o regime pode começar a ruir por dentro.
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Estudante de jornalismo apaixonado por séries, sempre em busca da próxima maratona. Atualmente, estagiário no Séries em Cena, onde exploro o universo das produções e compartilho meu olhar crítico sobre o que está em alta no mundo das telinhas. E-mail: lucas.emanuel@seriesemcena.com.br
Veja tudo sobre Os Testamentos
Os Testamentos terá 2ª temporada? Saiba o futuro da sequência de The Handmaid’s Tale
Último episódio colocou Agnes, Daisy e Tia Lydia no centro de uma nova fase da história
Por Lucas Emanuel
28 de maio de 2026, 11h54 · Atualizado em 28/05/2026

Os Testamentos: Das Filhas de Gilead encerrou sua 1ª temporada na última quarta-feira (27) com a continuidade garantida pelo Hulu. Derivada direta de The Handmaid’s Tale, a série chegou ao fim consolidando Agnes, Daisy e Tia Lydia como os novos eixos dramáticos do universo criado a partir da obra de Margaret Atwood.
O final também reforçou a mudança de foco da franquia após a trajetória de June Osborne. Com a renovação para a 2ª temporada anunciada antes da exibição do último episódio, a série passa a acompanhar como Gilead começa a revelar suas próprias rachaduras por meio de personagens formadas dentro de sua estrutura.
Renovação confirma força do universo de Gilead
A renovação de Os Testamentos mostra que a franquia ainda tem fôlego após o encerramento da série principal. Em vez de apenas prolongar a história original, a nova série desloca o olhar para personagens mais jovens e para as consequências de anos de domínio de Gilead.

Manual de Assassinato para Boas Garotas: entenda a história da 2ª temporada da série
Esse movimento também ajuda a diferenciar a produção da trajetória de June. A protagonista de The Handmaid’s Tale ainda funciona como elo emocional com a série original, mas Os Testamentos tenta construir sua própria identidade ao acompanhar personagens que cresceram sob as regras do regime e começam a entender o peso dessa realidade.

Série acompanha Agnes e Daisy em uma nova fase da história
A trama acompanha Agnes Mackenzie, criada dentro de Gilead como uma jovem obediente e preparada para ocupar o papel esperado pelo regime. Ao lado dela surge Daisy, uma personagem que chega de fora dessa estrutura e passa a enxergar o sistema com outra perspectiva, criando um contraste importante para a narrativa.
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As duas passam pela escola comandada por Tia Lydia, onde meninas da elite são moldadas para se tornarem futuras Esposas. A convivência entre elas se transforma em uma das principais engrenagens da história, especialmente porque a série aproxima suas trajetórias de forma mais direta do que acontece no livro original.
Bruce Miller explicou mudanças em relação ao livro
Uma das principais mudanças da adaptação envolve Daisy. No livro de Margaret Atwood, a personagem tem outra ligação com o legado de June, mas a série ajustou essa dinâmica para respeitar a cronologia de The Handmaid’s Tale. Ainda assim, Bruce Miller manteve uma conexão emocional entre as duas histórias.
Em entrevista à People, o criador explicou que buscava manter June como uma presença importante na jornada de Daisy. “Eu queria, pelo menos, uma sensação de mãe substituta”, afirmou Miller, ao comentar a relação entre as personagens e a forma como a nova série se conecta ao passado de The Handmaid’s Tale.
O que esperar da 2ª temporada?
A 2ª temporada deve retomar as consequências do desfecho e ampliar o papel de Agnes e Daisy na resistência contra Gilead. A série também deve aprofundar a posição ambígua de Tia Lydia, uma das figuras mais complexas desse universo.
Com a nova fase confirmada, Os Testamentos passa a expandir The Handmaid’s Tale sem depender apenas de June. O caminho deve seguir pelas contradições internas de Gilead, mostrando como o regime pode começar a ruir por dentro.
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Estudante de jornalismo apaixonado por séries, sempre em busca da próxima maratona. Atualmente, estagiário no Séries em Cena, onde exploro o universo das produções e compartilho meu olhar crítico sobre o que está em alta no mundo das telinhas. E-mail: lucas.emanuel@seriesemcena.com.br
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