Resident Evil revela como foi criada a cena bizarra dos zumbis unidos
Testes com artistas e dublês ajudaram a definir os movimentos da criatura antes da finalização em CGI

O novo Resident Evil chamou atenção não apenas pela violência e pelas criaturas inspiradas no universo dos games. Uma das cenas mais comentadas do filme envolve um grupo de zumbis que acaba formando uma única massa de corpos, capaz de rolar e perseguir suas vítimas.
Apesar do visual digital apresentado na versão final, a sequência começou de uma forma bastante diferente. Antes de recorrer aos efeitos visuais, a produção reuniu artistas e dublês para descobrir como uma criatura formada por várias pessoas poderia realmente se movimentar.

Cena de Resident Evil começou com pessoas amarradas
Nos primeiros testes, integrantes da Filmka Stunt Team e da companhia Cirk La Putyka foram presos uns aos outros por meio de coletes e estruturas de segurança. A ideia era criar uma massa humana capaz de rolar, girar e executar movimentos contínuos sem perder a sensação de que todos faziam parte de uma única criatura.
O coordenador de movimentos Jakub Hudlický participou dos ensaios realizados em 2025. Vídeos divulgados posteriormente mostram os performers tentando diferentes formações, incluindo movimentos em que alguns ficam de cabeça para baixo enquanto os demais continuam girando.
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Nos bastidores, a criatura recebeu nomes como Merged Monster e “Human Tumbleweed”, referência à maneira como os corpos se acumulam e avançam juntos durante a sequência.
Monstro final precisou de efeitos visuais
Embora os testes tenham utilizado pessoas reais, o resultado exibido no filme não foi feito apenas com efeitos práticos. O diretor Zach Cregger explicou que a versão física apresentava algumas limitações, principalmente porque era possível identificar os performers individualmente durante os movimentos.
Por isso, a produção optou por transformar o conceito em uma criatura digital. A equipe da Weta desenvolveu uma versão formada pelos corpos dos infectados do próprio filme, mantendo como referência a movimentação descoberta durante os testes físicos.
Assim, a cena combina duas etapas diferentes: primeiro, dublês ajudaram a definir como aquele conjunto de corpos poderia se comportar; depois, os efeitos visuais permitiram aumentar a velocidade, esconder as limitações humanas e tornar o resultado mais ameaçador.
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Estudante de jornalismo e apaixonado por cultura pop. Escrevo sobre séries, filmes e tudo que movimenta o entretenimento no Séries em Cena. E-mail: igor@seriesemcena.com.br
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Resident Evil revela como foi criada a cena bizarra dos zumbis unidos
Testes com artistas e dublês ajudaram a definir os movimentos da criatura antes da finalização em CGI
Por Igor
27 de setembro de 2026, 16h48

O novo Resident Evil chamou atenção não apenas pela violência e pelas criaturas inspiradas no universo dos games. Uma das cenas mais comentadas do filme envolve um grupo de zumbis que acaba formando uma única massa de corpos, capaz de rolar e perseguir suas vítimas.
Apesar do visual digital apresentado na versão final, a sequência começou de uma forma bastante diferente. Antes de recorrer aos efeitos visuais, a produção reuniu artistas e dublês para descobrir como uma criatura formada por várias pessoas poderia realmente se movimentar.

Cena de Resident Evil começou com pessoas amarradas
Nos primeiros testes, integrantes da Filmka Stunt Team e da companhia Cirk La Putyka foram presos uns aos outros por meio de coletes e estruturas de segurança. A ideia era criar uma massa humana capaz de rolar, girar e executar movimentos contínuos sem perder a sensação de que todos faziam parte de uma única criatura.
O coordenador de movimentos Jakub Hudlický participou dos ensaios realizados em 2025. Vídeos divulgados posteriormente mostram os performers tentando diferentes formações, incluindo movimentos em que alguns ficam de cabeça para baixo enquanto os demais continuam girando.
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Nos bastidores, a criatura recebeu nomes como Merged Monster e “Human Tumbleweed”, referência à maneira como os corpos se acumulam e avançam juntos durante a sequência.
Monstro final precisou de efeitos visuais
Embora os testes tenham utilizado pessoas reais, o resultado exibido no filme não foi feito apenas com efeitos práticos. O diretor Zach Cregger explicou que a versão física apresentava algumas limitações, principalmente porque era possível identificar os performers individualmente durante os movimentos.
Por isso, a produção optou por transformar o conceito em uma criatura digital. A equipe da Weta desenvolveu uma versão formada pelos corpos dos infectados do próprio filme, mantendo como referência a movimentação descoberta durante os testes físicos.
Assim, a cena combina duas etapas diferentes: primeiro, dublês ajudaram a definir como aquele conjunto de corpos poderia se comportar; depois, os efeitos visuais permitiram aumentar a velocidade, esconder as limitações humanas e tornar o resultado mais ameaçador.
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Estudante de jornalismo e apaixonado por cultura pop. Escrevo sobre séries, filmes e tudo que movimenta o entretenimento no Séries em Cena. E-mail: igor@seriesemcena.com.br




