Brasil 70: A Saga do Tri recria a conquista que transformou a Seleção em mito
Minissérie da Netflix estreia em 29 de maio e transforma a campanha do tricampeonato mundial em drama sobre pressão, política e bastidores
Notícias Por Lucas Emanuel
27 de maio de 2026 às 18h04
A Netflix estreia nesta sexta-feira (29) a minissérie Brasil 70: A Saga do Tri, produção que revisita a campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970. Produzida em parceria com a O2 Filmes, a obra acompanha o time que chegou ao México pressionado pela eliminação em 1966 e terminou a competição como uma das equipes mais importantes da história do futebol.
A série chega em um momento estratégico, às vésperas de uma nova Copa do Mundo, e olha para o tricampeonato além dos gols, das imagens históricas e da memória afetiva em torno de Pelé. Em cinco episódios, a produção dramatiza a troca de comando entre João Saldanha e Zagallo, o peso político do período e os bastidores de uma Seleção que ainda precisava provar que podia voltar ao topo.
A Seleção de 1970 antes de virar mito
A força de Brasil 70: A Saga do Tri está em tratar uma conquista conhecida como se ela ainda estivesse em risco. Depois do fracasso na Copa de 1966, a Seleção Brasileira precisava recuperar prestígio, reconstruir a confiança e provar que ainda era referência no futebol mundial. Esse olhar afasta a minissérie de uma simples homenagem esportiva.

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Em entrevista ao site O Liberal, Pedro Morelli explicou que a ficção permite acessar momentos que os registros da época não alcançaram: “Já existem muitos documentários sobre o Pelé, a Copa de 70, sobre todas as Copas, e ficção não tinha. Acho que ela permite a gente viver uma intimidade com os personagens, tipo de cena onde nunca teria uma câmera, um jornalista ou alguém gravando, o Pelé no quarto dele pensando.”

Pelé, Saldanha e Zagallo sustentam o drama
No centro da trama estão Pelé, João Saldanha e Zagallo, figuras decisivas para transformar a campanha de 1970 em drama. Lucas Agrícola vive o Rei do Futebol, enquanto Rodrigo Santoro interpreta Saldanha, técnico afastado antes da Copa, e Bruno Mazzeo assume o papel de Zagallo, chamado para manter o grupo unido.
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Lucas Agrícola falou sobre o peso de interpretar Pelé em entrevista ao portal O Tempo. “É um peso gigante contar a história desse cara que é um ícone mundial, é uma responsabilidade muito grande”, afirmou ele, acrescentando. “Eu fiz todos os testes, sabia que era uma série de futebol e pensei ‘vou aparecer uns três minutinhos’, eu não sabia que ia ser o Pelé”, completou.
Bastidores afastam a série do documentário
Ao apostar na ficção, Brasil 70: A Saga do Tri tenta reconstruir não apenas os jogos, mas também as conversas e tensões que ficaram fora das câmeras. A série troca a certeza da vitória pela dúvida de quem ainda precisava atravessar a pressão antes da consagração.
A recriação das partidas também exigiu uma estrutura ambiciosa, com coreografias de jogo, drones, carrinhos de câmera, efeitos visuais e centenas de figurantes. Lucas Agrícola comparou as gravações a uma sequência de ação. “Era uma coreografia mesmo, precisava que outros jogadores acertassem pra eu também acertar”, confessou o ator.
Para não perder nenhuma novidade sobre suas séries favoritas, siga o Séries em Cena no Instagram.
Estudante de jornalismo apaixonado por séries, sempre em busca da próxima maratona. Atualmente, estagiário no Séries em Cena, onde exploro o universo das produções e compartilho meu olhar crítico sobre o que está em alta no mundo das telinhas. E-mail: lucas.emanuel@seriesemcena.com.br
Veja tudo sobre Brasil 70: A Saga do Tri
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Por Lucas Emanuel
27 de maio de 2026, 18h04

A Netflix estreia nesta sexta-feira (29) a minissérie Brasil 70: A Saga do Tri, produção que revisita a campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970. Produzida em parceria com a O2 Filmes, a obra acompanha o time que chegou ao México pressionado pela eliminação em 1966 e terminou a competição como uma das equipes mais importantes da história do futebol.
A série chega em um momento estratégico, às vésperas de uma nova Copa do Mundo, e olha para o tricampeonato além dos gols, das imagens históricas e da memória afetiva em torno de Pelé. Em cinco episódios, a produção dramatiza a troca de comando entre João Saldanha e Zagallo, o peso político do período e os bastidores de uma Seleção que ainda precisava provar que podia voltar ao topo.
A Seleção de 1970 antes de virar mito
A força de Brasil 70: A Saga do Tri está em tratar uma conquista conhecida como se ela ainda estivesse em risco. Depois do fracasso na Copa de 1966, a Seleção Brasileira precisava recuperar prestígio, reconstruir a confiança e provar que ainda era referência no futebol mundial. Esse olhar afasta a minissérie de uma simples homenagem esportiva.

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Pelé, Saldanha e Zagallo sustentam o drama
No centro da trama estão Pelé, João Saldanha e Zagallo, figuras decisivas para transformar a campanha de 1970 em drama. Lucas Agrícola vive o Rei do Futebol, enquanto Rodrigo Santoro interpreta Saldanha, técnico afastado antes da Copa, e Bruno Mazzeo assume o papel de Zagallo, chamado para manter o grupo unido.
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Bastidores afastam a série do documentário
Ao apostar na ficção, Brasil 70: A Saga do Tri tenta reconstruir não apenas os jogos, mas também as conversas e tensões que ficaram fora das câmeras. A série troca a certeza da vitória pela dúvida de quem ainda precisava atravessar a pressão antes da consagração.
A recriação das partidas também exigiu uma estrutura ambiciosa, com coreografias de jogo, drones, carrinhos de câmera, efeitos visuais e centenas de figurantes. Lucas Agrícola comparou as gravações a uma sequência de ação. “Era uma coreografia mesmo, precisava que outros jogadores acertassem pra eu também acertar”, confessou o ator.
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Estudante de jornalismo apaixonado por séries, sempre em busca da próxima maratona. Atualmente, estagiário no Séries em Cena, onde exploro o universo das produções e compartilho meu olhar crítico sobre o que está em alta no mundo das telinhas. E-mail: lucas.emanuel@seriesemcena.com.br
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