A Heroína da Fita: Netflix transforma clássico de Osamu Tezuka em nova aventura
Novo filme transforma a protagonista de A Princesa e o Cavaleiro em uma heroína contemporânea marcada por trauma, ação e diferentes influências da animação
Animes Por Lucas Emanuel
08 de agosto de 2026 às 18h28
A Netflix lançou neste sábado (8) A Heroína da Fita, novo filme de animação inspirado em A Princesa e o Cavaleiro, clássico de Osamu Tezuka. Dirigido por Yuki Igarashi, o longa recupera Safira para uma história que preserva elementos da obra original, mas amplia o universo com novos personagens e conflitos.
A produção acompanha uma versão diferente da princesa conhecida pelo público desde os anos 1950. Em vez de simplesmente reproduzir a trama do mangá, o filme utiliza a personagem como ponto de partida para discutir perda, reconstrução e a ideia de heroísmo diante de uma ameaça capaz de destruir sociedades inteiras.
A Heroína da Fita acompanha Safira após destruição de seu reino
Na história, Safira é a princesa de Silverland, reino devastado pela passagem de uma criatura conhecida como Nergal. Depois de sobreviver à tragédia e perder praticamente tudo o que conhecia, ela encontra refúgio em Goldland, onde tenta começar novamente enquanto convive com as marcas deixadas pelo desastre.

Bleach: Thousand-Year Blood War: veja que horas estreia o episódio 42 no Disney+
A situação muda quando Nergal passa a ameaçar também sua nova casa. Safira então desperta um poder ligado ao seu característico laço e assume o papel de heroína para impedir outra destruição. Nesse caminho, ela também cruza com Velvet, integrante da misteriosa organização Mitra, cujos interesses tornam o conflito ainda mais complexo.

Filme reinventa clássico de Osamu Tezuka para uma nova geração
A Heroína da Fita parte de Ribbon no Kishi, conhecido no Brasil como A Princesa e o Cavaleiro, uma das obras mais importantes da carreira de Osamu Tezuka. O novo filme, no entanto, não procura reproduzir diretamente a história original e aposta em uma Safira construída a partir de questões mais próximas do público atual.
Leia também
O desenvolvimento começou em 2022, período ainda marcado pelas consequências da pandemia. Igarashi explicou em entrevista ao What’s on Netflix que essa experiência influenciou a construção do mundo e de Nergal, transformando a ameaça em algo capaz de mudar repentinamente a rotina e as relações de toda uma sociedade.
Produção mistura diferentes estilos e referências da animação
A nova versão de Safira também nasceu da combinação de gêneros bastante diferentes. A equipe buscou referências nas tradicionais garotas mágicas japonesas, nos super-heróis ocidentais e nas produções de tokusatsu. Nergal, por sua vez, teve entre suas inspirações os Ohmu de Nausicaä do Vale do Vento, filme de Hayao Miyazaki.
Visualmente, o longa mistura animação 2D, computação gráfica e elementos que remetem ao teatro, retomando a influência do Takarazuka Revue sobre a obra original de Tezuka. A protagonista é dublada por Saaya, que contou ao Animate Times ter encontrado pontos de identificação com a personagem. “Acho que Safira também tem essa ideia de responder às dificuldades com humor”, afirmou.
O elenco japonês ainda reúne Seiran Kobayashi como Pine, Koki Uchiyama como Velvet, Mayumi Shintani como Zirco e Yoshimasa Hosoya como Rock. Produzido pela Twin Engine e animado pelo estúdio OUTLINE, A Heroína da Fita também marca a estreia de Yuki Igarashi na direção de um longa-metragem.
- Adicione o Séries em Cena às suas Fontes Favoritas do Google para receber nossos conteúdos com mais frequência.
Estudante de jornalismo apaixonado por séries, sempre em busca da próxima maratona. Atualmente, estagiário no Séries em Cena, onde exploro o universo das produções e compartilho meu olhar crítico sobre o que está em alta no mundo das telinhas. E-mail: lucas.emanuel@seriesemcena.com.br
Veja tudo sobre A Heroína da Fita
A Heroína da Fita: Netflix transforma clássico de Osamu Tezuka em nova aventura
Novo filme transforma a protagonista de A Princesa e o Cavaleiro em uma heroína contemporânea marcada por trauma, ação e diferentes influências da animação
Por Lucas Emanuel
08 de agosto de 2026, 18h28

A Netflix lançou neste sábado (8) A Heroína da Fita, novo filme de animação inspirado em A Princesa e o Cavaleiro, clássico de Osamu Tezuka. Dirigido por Yuki Igarashi, o longa recupera Safira para uma história que preserva elementos da obra original, mas amplia o universo com novos personagens e conflitos.
A produção acompanha uma versão diferente da princesa conhecida pelo público desde os anos 1950. Em vez de simplesmente reproduzir a trama do mangá, o filme utiliza a personagem como ponto de partida para discutir perda, reconstrução e a ideia de heroísmo diante de uma ameaça capaz de destruir sociedades inteiras.
A Heroína da Fita acompanha Safira após destruição de seu reino
Na história, Safira é a princesa de Silverland, reino devastado pela passagem de uma criatura conhecida como Nergal. Depois de sobreviver à tragédia e perder praticamente tudo o que conhecia, ela encontra refúgio em Goldland, onde tenta começar novamente enquanto convive com as marcas deixadas pelo desastre.

Bleach: Thousand-Year Blood War: veja que horas estreia o episódio 42 no Disney+
A situação muda quando Nergal passa a ameaçar também sua nova casa. Safira então desperta um poder ligado ao seu característico laço e assume o papel de heroína para impedir outra destruição. Nesse caminho, ela também cruza com Velvet, integrante da misteriosa organização Mitra, cujos interesses tornam o conflito ainda mais complexo.

Filme reinventa clássico de Osamu Tezuka para uma nova geração
A Heroína da Fita parte de Ribbon no Kishi, conhecido no Brasil como A Princesa e o Cavaleiro, uma das obras mais importantes da carreira de Osamu Tezuka. O novo filme, no entanto, não procura reproduzir diretamente a história original e aposta em uma Safira construída a partir de questões mais próximas do público atual.
Leia também
O desenvolvimento começou em 2022, período ainda marcado pelas consequências da pandemia. Igarashi explicou em entrevista ao What’s on Netflix que essa experiência influenciou a construção do mundo e de Nergal, transformando a ameaça em algo capaz de mudar repentinamente a rotina e as relações de toda uma sociedade.
Produção mistura diferentes estilos e referências da animação
A nova versão de Safira também nasceu da combinação de gêneros bastante diferentes. A equipe buscou referências nas tradicionais garotas mágicas japonesas, nos super-heróis ocidentais e nas produções de tokusatsu. Nergal, por sua vez, teve entre suas inspirações os Ohmu de Nausicaä do Vale do Vento, filme de Hayao Miyazaki.
Visualmente, o longa mistura animação 2D, computação gráfica e elementos que remetem ao teatro, retomando a influência do Takarazuka Revue sobre a obra original de Tezuka. A protagonista é dublada por Saaya, que contou ao Animate Times ter encontrado pontos de identificação com a personagem. “Acho que Safira também tem essa ideia de responder às dificuldades com humor”, afirmou.
O elenco japonês ainda reúne Seiran Kobayashi como Pine, Koki Uchiyama como Velvet, Mayumi Shintani como Zirco e Yoshimasa Hosoya como Rock. Produzido pela Twin Engine e animado pelo estúdio OUTLINE, A Heroína da Fita também marca a estreia de Yuki Igarashi na direção de um longa-metragem.
- Adicione o Séries em Cena às suas Fontes Favoritas do Google para receber nossos conteúdos com mais frequência.
Estudante de jornalismo apaixonado por séries, sempre em busca da próxima maratona. Atualmente, estagiário no Séries em Cena, onde exploro o universo das produções e compartilho meu olhar crítico sobre o que está em alta no mundo das telinhas. E-mail: lucas.emanuel@seriesemcena.com.br
Veja tudo sobre A Heroína da Fita

Corrida dos Bichos vai ter continuação? Veja o que já se sabe sobre o 2º filme

Um Grude de Amor vai ter 2ª temporada? Veja o que se sabe sobre o futuro da série

Sugar vai ter 3ª temporada? Veja o que se sabe sobre o futuro da série da Apple TV

Lioness: veja o horário de estreia do episódio 2 da 3ª temporada no Paramount+
