James Gunn, atual chefe da DC Studios e diretor do novo filme Superman, abriu o jogo sobre sua saída da Marvel e a transição para o universo da DC. Em entrevista ao podcast Armchair Expert with Dax Shepard, o cineasta afirmou que não sentiu culpa por trocar de estúdio e destacou o apoio que recebeu dos antigos colegas.
Após ter sido demitido da Marvel em 2018, Gunn foi rapidamente sondado pela DC para comandar O Esquadrão Suicida (2021). A proposta veio diretamente de Toby Emmerich, executivo da Warner Bros., que inicialmente sugeriu que Gunn assumisse um novo filme do Superman. A resposta veio em forma de uma nova ideia: um reboot da equipe de vilões, que rapidamente ganhou aprovação.

“Eles foram completamente compreensivos. Louis D’Esposito me ligava sempre. Lou e Kevin foram ótimos”, contou Gunn. “Não senti culpa nenhuma. Aceitei um trabalho com pessoas que eu também gostava muito, e foi isso.”
Pouco tempo depois de aceitar o projeto da DC, Gunn recebeu a notícia de que seria reintegrado à Marvel para dirigir Guardiões da Galáxia Vol. 3. Segundo ele, Kevin Feige demonstrou entusiasmo com a decisão: “Fui à casa do Kevin, contei sobre O Esquadrão Suicida e ele ficou feliz. Primeiro achou que eu fosse dirigir Superman.”
Hoje, James Gunn lidera a reconstrução do universo cinematográfico da DC e está à frente de um dos filmes mais aguardados dos próximos anos. Sua trajetória reforça a confiança dos estúdios no diretor e explica por que ele se tornou peça-chave nas disputas entre Marvel e DC.
Fonte: Super Hero Type

