James Gunn, atual chefe da DC Studios e diretor do novo filme Superman, abriu o jogo sobre sua saída da Marvel e a transição para o universo da DC. Em entrevista ao podcast Armchair Expert with Dax Shepard, o cineasta afirmou que não sentiu culpa por trocar de estúdio e destacou o apoio que recebeu dos antigos colegas.

Após ter sido demitido da Marvel em 2018, Gunn foi rapidamente sondado pela DC para comandar O Esquadrão Suicida (2021). A proposta veio diretamente de Toby Emmerich, executivo da Warner Bros., que inicialmente sugeriu que Gunn assumisse um novo filme do Superman. A resposta veio em forma de uma nova ideia: um reboot da equipe de vilões, que rapidamente ganhou aprovação.

Postar do filme Superman, que estreia nesta quinta, 10 de julho
Superman, novo filme James Gunn, já está em cartaz nos cinemas (Foto: Reprodução)

“Eles foram completamente compreensivos. Louis D’Esposito me ligava sempre. Lou e Kevin foram ótimos”, contou Gunn. “Não senti culpa nenhuma. Aceitei um trabalho com pessoas que eu também gostava muito, e foi isso.”

Pouco tempo depois de aceitar o projeto da DC, Gunn recebeu a notícia de que seria reintegrado à Marvel para dirigir Guardiões da Galáxia Vol. 3. Segundo ele, Kevin Feige demonstrou entusiasmo com a decisão: “Fui à casa do Kevin, contei sobre O Esquadrão Suicida e ele ficou feliz. Primeiro achou que eu fosse dirigir Superman.”

Hoje, James Gunn lidera a reconstrução do universo cinematográfico da DC e está à frente de um dos filmes mais aguardados dos próximos anos. Sua trajetória reforça a confiança dos estúdios no diretor e explica por que ele se tornou peça-chave nas disputas entre Marvel e DC.

Fonte: Super Hero Type

Estudante de jornalismo e apaixonado por cultura pop. Escrevo sobre séries, filmes e tudo que movimenta o entretenimento no Séries em Cena. E-mail: igor@seriesemcena.com.br