Anne Hathaway revela desconforto ao contracenar com Johnny Depp em filme

PUBLICIDADE Anne Hathaway, vencedora do Oscar e estrela de filmes como O Diabo Veste Prada e Os Miseráveis, contracenou com Johnny Depp em 2010 na adaptação de Alice no País das Maravilhas, dirigida por Tim Burton. Na produção, Hathaway interpretou a Rainha Branca, enquanto Depp deu vida ao icônico Chapeleiro Maluco. Embora o resultado final tenha sido visualmente espetacular, […]

Anne Hathaway revela desconforto ao contracenar com Johnny Depp em filme Filmes
Atriz confessa que se sentiu envergonhada ao lado de Johnny Depp (Foto: Reprodução)
Igor

Publicado por Igor em 14 de maio de 2025

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Anne Hathaway, vencedora do Oscar e estrela de filmes como O Diabo Veste Prada e Os Miseráveis, contracenou com Johnny Depp em 2010 na adaptação de Alice no País das Maravilhas, dirigida por Tim Burton.

Na produção, Hathaway interpretou a Rainha Branca, enquanto Depp deu vida ao icônico Chapeleiro Maluco. Embora o resultado final tenha sido visualmente espetacular, os bastidores revelam uma experiência bem mais complexa para a atriz.

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Uma parceria de peso — e de nervosismo

Anne Hathaway em cena no filme Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton (Foto: Reprodução)

Recentemente, Anne Hathaway revelou que se sentiu extremamente nervosa durante as filmagens por atuar ao lado de Depp, a quem admira profundamente. Segundo ela, a pressão de dividir cena com um ator que considera um ídolo gerou um desconforto inesperado. “Me senti muito envergonhada durante as filmagens”, confessou em entrevista à Fotogramas. Ela ainda completou: “Eu queria poder ter ficado calma e dito algo como: ‘Ah, é só o Johnny.’ Mas sou uma grande fã.”

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A tecnologia também foi um desafio

Além da pressão emocional, a atriz enfrentou outro obstáculo: o uso massivo de chroma key (tela verde) no set. Como os cenários foram criados digitalmente na pós-produção, Hathaway precisou atuar olhando para espaços vazios, o que aumentou ainda mais sua sensação de desconforto. “Eu olhava para ele e tinha que olhar para cima, mas estávamos cercados por parede verde. Eu dizia: ‘Ah, mais um pouco de parede verde. Notou isso? Ótimo.’”

A confissão levantou uma reflexão importante: mesmo com toda a tecnologia e profissionalismo, as emoções humanas seguem sendo o centro da atuação.

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Por fim, a experiência de Hathaway reforça que, mesmo nos bastidores de superproduções como Alice no País das Maravilhas — que arrecadou mais de US$ 1 bilhão —, os sentimentos reais não são substituíveis por efeitos visuais.

O filme está disponível no streaming do Disney+.

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