Review: Voando Alto
PUBLICIDADE Baseado na trajetória real de Michael “Eddie” Edwards, o longa Voando Alto acompanha o improvável salto rumo aos Jogos Olímpicos de Inverno de 1988. Vivido por Taron Egerton, Eddie foi um dos mais conhecidos saltadores de esqui britânicos, apesar de nunca ter sido considerado um atleta de elite. Determinado a competir, ele enfrentava obstáculos […]
Notícias Baseado na trajetória real de Michael “Eddie” Edwards, o longa Voando Alto acompanha o improvável salto rumo aos Jogos Olímpicos de Inverno de 1988. Vivido por Taron Egerton, Eddie foi um dos mais conhecidos saltadores de esqui britânicos, apesar de nunca ter sido considerado um atleta de elite.
Determinado a competir, ele enfrentava obstáculos que tornavam seu sonho quase impossível: falta de apoio financeiro, rejeição da federação e um sério problema de visão que o obrigava a usar óculos de grau por baixo dos óculos de proteção.
Quando decide seguir adiante mesmo assim, Eddie cruza o caminho do durão Bronson Peary (Hugh Jackman), um treinador rebelde e desacreditado que, contra todas as expectativas, se torna essencial em sua preparação para Calgary. A relação entre os dois sustenta o arco emocional do filme e reforça o tom de superação que permeia toda a narrativa.

Supercine hoje: Veja o filme que a Globo exibe neste sábado (18/04)
Drama eficiente, mas repetitivo
Nos últimos anos, Hollywood tem se apoiado com frequência em histórias reais de superação, e Voando Alto segue exatamente essa fórmula. O problema é que o roteiro aposta tanto na repetição da persistência de Eddie que o drama acaba se tornando previsível em alguns momentos, alongando desnecessariamente situações que poderiam conduzir o espectador à mensagem final sem tantas redundâncias.
Ainda assim, o filme encontra força no trabalho dos protagonistas. Taron Egerton entrega uma performance sensível e precisa, captando a mistura de fragilidade, entusiasmo e determinação que marcou o verdadeiro Eddie Edwards. Já Hugh Jackman usa seu porte físico e carisma para compor um treinador que contrasta diretamente com a ingenuidade do atleta, criando uma parceria que funciona bem em tela.
Leia também
Uma mensagem inspiradora, ainda que suavizada pelo excesso de sentimentalismo
O filme acerta ao destacar o significado humano por trás da história: a ideia de que a desistência não deve ser um obstáculo para quem acredita no próprio caminho. Mesmo sem conquistar medalhas, Eddie se tornou um símbolo mundial de perseverança — e o longa tenta preservar essa essência. Contudo, o excesso de dramatização e a insistência em reforçar a mesma lição diminuem parte do impacto emocional.
Voando Alto estreia no dia 31 de março nos cinemas.
Redatora do site Séries em Cena. Assessora de imprensa, galaxy defender e fã Nº1 de How I Met Your Mother. Sempre entregando vídeos de shows de qualidade duvidosa lá no Instagram. E-mail: mayara@seriesemcena.com.br
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Review: Voando Alto
PUBLICIDADE Baseado na trajetória real de Michael “Eddie” Edwards, o longa Voando Alto acompanha o improvável salto rumo aos Jogos Olímpicos de Inverno de 1988. Vivido por Taron Egerton, Eddie foi um dos mais conhecidos saltadores de esqui britânicos, apesar de nunca ter sido considerado um atleta de elite. Determinado a competir, ele enfrentava obstáculos […]
Por Mayara
29 de março de 2016, 23h37 · Atualizado em 05/12/2025

Baseado na trajetória real de Michael “Eddie” Edwards, o longa Voando Alto acompanha o improvável salto rumo aos Jogos Olímpicos de Inverno de 1988. Vivido por Taron Egerton, Eddie foi um dos mais conhecidos saltadores de esqui britânicos, apesar de nunca ter sido considerado um atleta de elite.
Determinado a competir, ele enfrentava obstáculos que tornavam seu sonho quase impossível: falta de apoio financeiro, rejeição da federação e um sério problema de visão que o obrigava a usar óculos de grau por baixo dos óculos de proteção.
Quando decide seguir adiante mesmo assim, Eddie cruza o caminho do durão Bronson Peary (Hugh Jackman), um treinador rebelde e desacreditado que, contra todas as expectativas, se torna essencial em sua preparação para Calgary. A relação entre os dois sustenta o arco emocional do filme e reforça o tom de superação que permeia toda a narrativa.

Supercine hoje: Veja o filme que a Globo exibe neste sábado (18/04)
Drama eficiente, mas repetitivo
Nos últimos anos, Hollywood tem se apoiado com frequência em histórias reais de superação, e Voando Alto segue exatamente essa fórmula. O problema é que o roteiro aposta tanto na repetição da persistência de Eddie que o drama acaba se tornando previsível em alguns momentos, alongando desnecessariamente situações que poderiam conduzir o espectador à mensagem final sem tantas redundâncias.
Ainda assim, o filme encontra força no trabalho dos protagonistas. Taron Egerton entrega uma performance sensível e precisa, captando a mistura de fragilidade, entusiasmo e determinação que marcou o verdadeiro Eddie Edwards. Já Hugh Jackman usa seu porte físico e carisma para compor um treinador que contrasta diretamente com a ingenuidade do atleta, criando uma parceria que funciona bem em tela.
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Uma mensagem inspiradora, ainda que suavizada pelo excesso de sentimentalismo
O filme acerta ao destacar o significado humano por trás da história: a ideia de que a desistência não deve ser um obstáculo para quem acredita no próprio caminho. Mesmo sem conquistar medalhas, Eddie se tornou um símbolo mundial de perseverança — e o longa tenta preservar essa essência. Contudo, o excesso de dramatização e a insistência em reforçar a mesma lição diminuem parte do impacto emocional.
Voando Alto estreia no dia 31 de março nos cinemas.
Redatora do site Séries em Cena. Assessora de imprensa, galaxy defender e fã Nº1 de How I Met Your Mother. Sempre entregando vídeos de shows de qualidade duvidosa lá no Instagram. E-mail: mayara@seriesemcena.com.br



