Woody Allen celebra 50º filme com o lançamento de Golpe de Sorte em Paris em 19 de setembro

O longa-metragem mostra o papel que acaso e sorte desempenham na vida das pessoas; distribuição é da O2 Play

Woody Allen celebra 50º filme com o lançamento de Golpe de Sorte em Paris em 19 de setembro Notícias
Pôster nacional de Golpe de Sorte em Paris
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Por Redação

04 de setembro de 2024 às 20h00

Atualizado 3 meses atrás

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O longa-metragem mostra o papel que acaso e sorte desempenham na vida das
pessoas; distribuição é da O2 Play


“O melhor filme do Woody Allen desde ‘Blue Jasmine’ (ou talvez ‘Match Point’).”
– Variety.

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50º filme de Woody Allen, Golpe de Sorte em Paris, estreia nos cinemas brasileiros em 19 de setembro (assista o trailer aqui). Por meio da história de Fanny e Jean, o drama brinca com a importância de ter a sorte e acaso relacionados em determinados momentos da vida.

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Com première mundial no 80º Festival Internacional de Cinema de Veneza, Golpe de Sorte em Paris acompanha Jean (Melvil Poupaud) e Fanny (Lou de Laâge), um casal da alta sociedade parisiense. Quando ela reencontra Alain (Niels Schneider), um antigo colega de classe e escritor, de forma inesperada, se vê entediada com a vida luxuosa que leva e percebe que não está vivendo da forma que realmente deseja.

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O enredo explora temas de sorte, controle e a busca por uma vida autêntica, enquanto Fanny lida com suas escolhas e o impacto do acaso em seu destino.

Golpe de Sorte em Paris foi feito em francês, idioma a que o diretor Woody Allen não está completamente familiarizado. A ideia de fazer o filme neste idioma surgiu ao finalizar o roteiro. “Sempre fui apaixonado pelo cinema europeu e muito fortemente pelo cinema francês, e quando sugeri aos meus produtores que o fizesse neste idioma, eles responderam com entusiasmo”, comenta o diretor.

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“Eu só falo inglês, então nunca pensei que teria a chance de trabalhar em outro idioma, mas descobri que foi bom porque pude perceber se uma pessoa está atuando de forma convincente ou não. Escrevi o roteiro, então sei o que eles estão dizendo em cada cena. Se sinto que alguém cometeu um erro, posso perguntar ao supervisor de roteiro e aos operadores de câmera que falam o idioma. Mas também quis que eles colocassem as coisas em suas próprias palavras, falando como cidadãos franceses comuns. Eles não precisavam obedecer rigidamente ao meu roteiro, podiam relaxar, improvisar e falar como falariam em circunstâncias semelhantes. Quando você dá liberdade, obtém ótimas atuações”, complementa Allen.

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