‘Doutor Estranho 2’: roteirista defende ações de Wanda
"Eu senti que ela estava no ponto de posse do Darkhold, onde ela estava pronta para quebrar tudo”, disse Waldron.
Notícias Publicado por Redação em 11 de maio de 2022
Atualizado 3 meses atrás
ATENÇÃO: Alerta de spoiler de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura.
Em entrevista para a Variety, o roteirista Michael Waldron (Rick and Morty) comentou sobre seu último lançamento nos cinemas junto com o diretor Sam Raimi (Evil Dead) para a Marvel, “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”.
Para a crítica, Raimi e Waldron desenvolveram um dos filmes mais distintos e controversos da atual fase do Universo Cinematográfico da Marvel: Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) se tornando a esperada Feiticeira Escarlate e assassina de qualquer um que fosse impeditivo de encontrar um universo com seus filhos (em carne e osso). Além disso, o longa conta com novos Illuminati e uma equipe de super-heróis (de outro universo) que conta com participação de Charles Xavier (Patrick Stewart) dos “X-Men“, Raio Negro (Anson Mount), Capitã Carter (Hayley Atwell) e Senhor Fantástico (John Krasinski) do “Quarteto Fantástico“, diga-se de passagem: todos mortos pela Wanda.

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Waldron diz que entende porque alguns fãs foram pegos de surpresa pela violenta evolução de Wanda e aponta para a influência do Darkhold — o livro de magia maligna que Wanda recebeu de Agatha Harkness (Kathryn Hahn) em “WandaVision” — e pela dor de perder seus filhos criados em sua realidade alternativa.

Raimi e Waldron desenvolveram uma versão inicial de ‘Doutor Estranho 2‘ em que Wanda não era a vilã, porém o resultado não os agradou e então Wanda entrou como vilã durante o filme todo. “E, verdade seja dita, tendo assistido, experimentado e estudado “WandaVision”, eu senti que ela estava no ponto de posse do Darkhold, onde ela estava pronta para quebrar tudo”, disse Waldron.
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Com isso, Waldron foi questionado sobre o desenvolvimento de ‘WandaVision’. “Eu não gostaria que ‘WandaVision‘ tivesse feito algo diferente. Eu não mudaria nada sobre o que eles fizeram”, afirmou o roteirista. “Minha interpretação de ‘WandaVision‘ é que ela confronta sua dor e deixa de lado as pessoas que ela tem sob seu controle, mas não acho que ela necessariamente resolva sua dor, e não acho que ela resolva sua raiva”, complementou.
Segundo Waldron, o maior erro de Wanda foi abrir o Darkhold. “Ela começa a ler [o Darkhold], e eu acho que isso ataca seu desejo de ter esses filhos e tê-los de verdade desta vez.”
Com relação aos Illuminati, o roteirista afirma que desde a primeira versão do roteiro já estava previsto que Wanda aniquilasse o grupo. “Essa foi a loucura do multiverso para mim, realmente. Você apresentou essa equipe de super-heróis que faz com que o público se sinta finalmente seguro, e então a Feiticeira Escarlate os eviscera. Foi uma ótima maneira de derrubar o público. E então espero que você passe o resto do filme com medo de Wanda e do que ela é capaz”, finalizou.
Leia nossa review de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura.
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"Eu senti que ela estava no ponto de posse do Darkhold, onde ela estava pronta para quebrar tudo”, disse Waldron.

ATENÇÃO: Alerta de spoiler de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura.
Em entrevista para a Variety, o roteirista Michael Waldron (Rick and Morty) comentou sobre seu último lançamento nos cinemas junto com o diretor Sam Raimi (Evil Dead) para a Marvel, “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”.
Para a crítica, Raimi e Waldron desenvolveram um dos filmes mais distintos e controversos da atual fase do Universo Cinematográfico da Marvel: Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) se tornando a esperada Feiticeira Escarlate e assassina de qualquer um que fosse impeditivo de encontrar um universo com seus filhos (em carne e osso). Além disso, o longa conta com novos Illuminati e uma equipe de super-heróis (de outro universo) que conta com participação de Charles Xavier (Patrick Stewart) dos “X-Men“, Raio Negro (Anson Mount), Capitã Carter (Hayley Atwell) e Senhor Fantástico (John Krasinski) do “Quarteto Fantástico“, diga-se de passagem: todos mortos pela Wanda.

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Waldron diz que entende porque alguns fãs foram pegos de surpresa pela violenta evolução de Wanda e aponta para a influência do Darkhold — o livro de magia maligna que Wanda recebeu de Agatha Harkness (Kathryn Hahn) em “WandaVision” — e pela dor de perder seus filhos criados em sua realidade alternativa.

Raimi e Waldron desenvolveram uma versão inicial de ‘Doutor Estranho 2‘ em que Wanda não era a vilã, porém o resultado não os agradou e então Wanda entrou como vilã durante o filme todo. “E, verdade seja dita, tendo assistido, experimentado e estudado “WandaVision”, eu senti que ela estava no ponto de posse do Darkhold, onde ela estava pronta para quebrar tudo”, disse Waldron.
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Com isso, Waldron foi questionado sobre o desenvolvimento de ‘WandaVision’. “Eu não gostaria que ‘WandaVision‘ tivesse feito algo diferente. Eu não mudaria nada sobre o que eles fizeram”, afirmou o roteirista. “Minha interpretação de ‘WandaVision‘ é que ela confronta sua dor e deixa de lado as pessoas que ela tem sob seu controle, mas não acho que ela necessariamente resolva sua dor, e não acho que ela resolva sua raiva”, complementou.
Segundo Waldron, o maior erro de Wanda foi abrir o Darkhold. “Ela começa a ler [o Darkhold], e eu acho que isso ataca seu desejo de ter esses filhos e tê-los de verdade desta vez.”
Com relação aos Illuminati, o roteirista afirma que desde a primeira versão do roteiro já estava previsto que Wanda aniquilasse o grupo. “Essa foi a loucura do multiverso para mim, realmente. Você apresentou essa equipe de super-heróis que faz com que o público se sinta finalmente seguro, e então a Feiticeira Escarlate os eviscera. Foi uma ótima maneira de derrubar o público. E então espero que você passe o resto do filme com medo de Wanda e do que ela é capaz”, finalizou.
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