Review: Alex Strangelove
PUBLICIDADE Alex Strangelove é um daqueles filmes que conquistam logo nos primeiros minutos. A produção original da Netflix surge na esteira de títulos como Com Amor, Simon e Me Chame Pelo Seu Nome, que ampliaram o espaço para narrativas queer no mainstream. Mesmo lançado diretamente no streaming, o longa se mostra relevante dentro dessa nova […]
Reviews Alex Strangelove é um daqueles filmes que conquistam logo nos primeiros minutos. A produção original da Netflix surge na esteira de títulos como Com Amor, Simon e Me Chame Pelo Seu Nome, que ampliaram o espaço para narrativas queer no mainstream.
Mesmo lançado diretamente no streaming, o longa se mostra relevante dentro dessa nova fase de representatividade.
A jornada de descoberta e o humor que sustenta a narrativa
A história acompanha Alex Truelove, interpretado por Daniel Doheny, em seu processo de entender e aceitar sua sexualidade. O roteiro adota um ritmo leve e divertido, explorando com naturalidade a complexidade dessa fase da vida. A narrativa encara o tema da descoberta pessoal e da saída do armário com honestidade, sem recorrer a caricaturas.

Critica: A Grande Inundação

Visualmente, o filme aposta em uma estética que remete às produções dos anos 1990 e 2000, com animações e elementos gráficos que deixam tudo mais dinâmico. O elenco funciona com excelente sintonia, ajudando a construir um universo acessível e emocionalmente verdadeiro.
Um romance sincero como coração do filme
Entre os destaques está a relação entre Alex e Claire, vivida por Madeline Weinstein. O vínculo entre amizade e romance é desenvolvido de forma sensível e madura, mostrando que nem sempre o caminho emocional segue a rota tradicional das comédias românticas. Mesmo diante de conflitos e incertezas, a vontade de ver o outro feliz se torna o ponto mais tocante do filme.
Leia também
Alex Strangelove não tenta revolucionar o gênero, mas entrega uma narrativa doce e honesta sobre amadurecimento e identidade. Produzido por Ben Stiller, o longa reafirma a importância de histórias LGBTQIA+ no catálogo da Netflix e reforça como obras simples também podem ter impacto emocional duradouro.
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Review: Alex Strangelove
PUBLICIDADE Alex Strangelove é um daqueles filmes que conquistam logo nos primeiros minutos. A produção original da Netflix surge na esteira de títulos como Com Amor, Simon e Me Chame Pelo Seu Nome, que ampliaram o espaço para narrativas queer no mainstream. Mesmo lançado diretamente no streaming, o longa se mostra relevante dentro dessa nova […]
Por Gabriel Aquino
11 de junho, 16h26 · Atualizado em 08/12/2025

Alex Strangelove é um daqueles filmes que conquistam logo nos primeiros minutos. A produção original da Netflix surge na esteira de títulos como Com Amor, Simon e Me Chame Pelo Seu Nome, que ampliaram o espaço para narrativas queer no mainstream.
Mesmo lançado diretamente no streaming, o longa se mostra relevante dentro dessa nova fase de representatividade.
A jornada de descoberta e o humor que sustenta a narrativa
A história acompanha Alex Truelove, interpretado por Daniel Doheny, em seu processo de entender e aceitar sua sexualidade. O roteiro adota um ritmo leve e divertido, explorando com naturalidade a complexidade dessa fase da vida. A narrativa encara o tema da descoberta pessoal e da saída do armário com honestidade, sem recorrer a caricaturas.

Critica: A Grande Inundação

Visualmente, o filme aposta em uma estética que remete às produções dos anos 1990 e 2000, com animações e elementos gráficos que deixam tudo mais dinâmico. O elenco funciona com excelente sintonia, ajudando a construir um universo acessível e emocionalmente verdadeiro.
Um romance sincero como coração do filme
Entre os destaques está a relação entre Alex e Claire, vivida por Madeline Weinstein. O vínculo entre amizade e romance é desenvolvido de forma sensível e madura, mostrando que nem sempre o caminho emocional segue a rota tradicional das comédias românticas. Mesmo diante de conflitos e incertezas, a vontade de ver o outro feliz se torna o ponto mais tocante do filme.
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Alex Strangelove não tenta revolucionar o gênero, mas entrega uma narrativa doce e honesta sobre amadurecimento e identidade. Produzido por Ben Stiller, o longa reafirma a importância de histórias LGBTQIA+ no catálogo da Netflix e reforça como obras simples também podem ter impacto emocional duradouro.



