Review: Once Upon a Time – 6ª temporada
PUBLICIDADE Once Upon a Time nasceu como uma série forte, criativa e emocionalmente envolvente, mas perdeu parte desse impacto ao longo das temporadas. Depois de um início promissor, os produtores estenderam a trama além do necessário, e a magia que marcou os primeiros anos começou a se dissipar. A quinta temporada foi um reflexo claro […]
Reviews Once Upon a Time nasceu como uma série forte, criativa e emocionalmente envolvente, mas perdeu parte desse impacto ao longo das temporadas. Depois de um início promissor, os produtores estenderam a trama além do necessário, e a magia que marcou os primeiros anos começou a se dissipar. A quinta temporada foi um reflexo claro desse desgaste, entregando um dos anos mais fracos do programa.
Mesmo assim, o sexto ano conseguiu recuperar parte do envolvimento quando realmente precisava, embora sem força suficiente para impedir a queda contínua de audiência desde a quarta temporada.

A trama inicia sua nova fase a partir do gancho da quinta temporada, quando Regina Mills se divide em duas versões — a boa e a má — em uma releitura direta de O Médico e o Monstro. Assim, o sexto ano traz de volta a Evil Queen como vilã central, reposicionando uma das personagens mais icônicas da série no centro do conflito. Essa escolha reacende parte da dinâmica que sempre funcionou, especialmente graças à performance de Lana Parrilla.

Critica: A Grande Inundação
Uma fórmula desgastada que pesa no ritmo da temporada
Mesmo com o retorno de sua antagonista mais marcante, o sexto ano ainda sofre com episódios monótonos e pouca ousadia narrativa. A estrutura da série, tão eficiente nos primeiros anos, já não sustenta mais tantas repetições: maldições que movem personagens entre mundos, tramas de perda de memória e a recorrente jornada da protagonista para “acreditar novamente”. Após seis temporadas, a fórmula se tornou previsível, dificultando a permanência do público.

Apesar disso, a temporada apresenta pontos altos. Há novas ameaças, episódios realmente inspirados e até a ousadia de um capítulo musical. Os personagens também recebem avanços importantes, especialmente Emma Swan, Regina/Evil Queen, Rumpelstiltskin, Mr. Gold e Hook, todos com arcos que reforçam o amadurecimento emocional da série.
Leia também
A despedida de Emma Swan e o fechamento de um ciclo
O sexto ano cumpre a função de encerrar a história de Emma Swan, dando à personagem um desfecho coerente e emocionalmente satisfatório. Jennifer Morrison anunciou que não retornaria como presença regular na sétima temporada, e essa saída transformou a Season Finale em um episódio de despedida para diversos personagens. A sensação geral é de encerramento — como se a série tivesse encontrado ali o seu ponto final natural.
Ainda assim, o programa decidiu continuar, abrindo espaço para uma nova fase. A curiosidade permanece, mas acompanhada de um receio comum entre os espectadores: será que a sétima temporada trará algo realmente novo ou apenas repetirá a fórmula desgastada que esgotou o brilho da série?
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Review: Once Upon a Time – 6ª temporada
PUBLICIDADE Once Upon a Time nasceu como uma série forte, criativa e emocionalmente envolvente, mas perdeu parte desse impacto ao longo das temporadas. Depois de um início promissor, os produtores estenderam a trama além do necessário, e a magia que marcou os primeiros anos começou a se dissipar. A quinta temporada foi um reflexo claro […]
Por Gabriel Aquino
25 de maio, 14h19 · Atualizado em 07/12/2025

Once Upon a Time nasceu como uma série forte, criativa e emocionalmente envolvente, mas perdeu parte desse impacto ao longo das temporadas. Depois de um início promissor, os produtores estenderam a trama além do necessário, e a magia que marcou os primeiros anos começou a se dissipar. A quinta temporada foi um reflexo claro desse desgaste, entregando um dos anos mais fracos do programa.
Mesmo assim, o sexto ano conseguiu recuperar parte do envolvimento quando realmente precisava, embora sem força suficiente para impedir a queda contínua de audiência desde a quarta temporada.

A trama inicia sua nova fase a partir do gancho da quinta temporada, quando Regina Mills se divide em duas versões — a boa e a má — em uma releitura direta de O Médico e o Monstro. Assim, o sexto ano traz de volta a Evil Queen como vilã central, reposicionando uma das personagens mais icônicas da série no centro do conflito. Essa escolha reacende parte da dinâmica que sempre funcionou, especialmente graças à performance de Lana Parrilla.

Critica: A Grande Inundação
Uma fórmula desgastada que pesa no ritmo da temporada
Mesmo com o retorno de sua antagonista mais marcante, o sexto ano ainda sofre com episódios monótonos e pouca ousadia narrativa. A estrutura da série, tão eficiente nos primeiros anos, já não sustenta mais tantas repetições: maldições que movem personagens entre mundos, tramas de perda de memória e a recorrente jornada da protagonista para “acreditar novamente”. Após seis temporadas, a fórmula se tornou previsível, dificultando a permanência do público.

Apesar disso, a temporada apresenta pontos altos. Há novas ameaças, episódios realmente inspirados e até a ousadia de um capítulo musical. Os personagens também recebem avanços importantes, especialmente Emma Swan, Regina/Evil Queen, Rumpelstiltskin, Mr. Gold e Hook, todos com arcos que reforçam o amadurecimento emocional da série.
Leia também
A despedida de Emma Swan e o fechamento de um ciclo
O sexto ano cumpre a função de encerrar a história de Emma Swan, dando à personagem um desfecho coerente e emocionalmente satisfatório. Jennifer Morrison anunciou que não retornaria como presença regular na sétima temporada, e essa saída transformou a Season Finale em um episódio de despedida para diversos personagens. A sensação geral é de encerramento — como se a série tivesse encontrado ali o seu ponto final natural.
Ainda assim, o programa decidiu continuar, abrindo espaço para uma nova fase. A curiosidade permanece, mas acompanhada de um receio comum entre os espectadores: será que a sétima temporada trará algo realmente novo ou apenas repetirá a fórmula desgastada que esgotou o brilho da série?



