O filme 10DANCE estreou nesta quinta-feira (18) na Netflix, ampliando o catálogo de produções asiáticas do streaming com um romance BL japonês ambientado no universo da dança profissional. A produção marca a adaptação live-action do mangá homônimo de Inouesatoh, obra premiada e reconhecida dentro do gênero Boys’ Love no Japão.
Disponível exclusivamente na plataforma, a produção aposta em uma narrativa que combina competição esportiva, drama psicológico e romance, usando a dança como linguagem emocional e motor da história.
Qual é a história de 10DANCE?
A trama acompanha dois dançarinos de elite que compartilham o mesmo nome, Shinya, mas seguem caminhos opostos dentro da dança. Shinya Suzuki é campeão de dança latina, conhecido pelo estilo impulsivo e físico. Já Shinya Sugiki domina a dança de salão clássica, com técnica rigorosa e controle absoluto.

Rivais constantes nas competições, eles se veem diante de um desafio incomum quando Sugiki propõe que formem uma dupla para disputar a chamada Competição das Dez Danças, torneio que exige domínio de cinco estilos latinos e cinco clássicos. O acordo força uma convivência intensa, transformando rivalidade em parceria e, gradualmente, em uma relação emocional mais profunda.
Elenco, direção e bastidores
O filme é protagonizado por Ryoma Takeuchi, no papel de Shinya Suzuki, e Keita Machida, como Shinya Sugiki. Ambos passaram por treinamento específico para as sequências de dança, um dos pilares visuais da produção.
A direção é de Keishi Otomo, conhecido por adaptações cinematográficas de grande apelo visual, enquanto o roteiro adapta o mangá mantendo o foco na tensão entre técnica, ambição e desejo. A trilha sonora e a coreografia funcionam como extensões narrativas, reforçando o conflito interno dos personagens.
Onde assistir e o que diz a crítica sobre 10DANCE
10DANCE está disponível exclusivamente na Netflix, como uma das grandes apostas da plataforma. O mangá original venceu o prêmio This BL is Amazing! em 2019, reconhecimento que ajudou a impulsionar a adaptação para o audiovisual, segundo informações oficiais divulgadas pelo próprio streaming.
Na imprensa internacional, o jornal The Japan Times destacou que o filme utiliza a dança como principal ferramenta narrativa, apostando mais na tensão emocional e na construção corporal dos personagens do que em diálogos explicativos, uma escolha que aproxima a adaptação do espírito do mangá original.
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