O piloto de fuga Baby (Ansel Elgort) decide largar o crime ao se apaixonar por uma garçonete (Lily James). Sempre ouvindo música para abafar o zumbido que o perturba, Baby dirige como ninguém, mas precisará ser mais veloz do que nunca para escapar dos chefes e da polícia.

Em Ritmo de Fuga contagia o público com sua bela trilha sonora sincronizado com ótimas cenas de ação.

O enredo é imprevisível, sempre te levando ao pensamento de algo ruim poderá acontecer a qualquer momento. O diretor mostra a que veio, conduz muito bem o ritmo, sem deixar nada previsível.

Baby (Ansel Elgort) encanta logo em sua primeira cena, carismático com seus fones e óculos de sol, é um piloto de fuga que tira o fôlego dos seus passageiros criminosos (e do público, claro!).

Kevin Spacey (Doc) é o cabeça do crime, Bats (Jamie Fox) é um lunático sociopata, Buddy (Jon Hamm) e Darling (Eiza González) é um casal criminoso com bastante fogo. Debora (Lily James) é a bela garçonete que o Baby se apaixona, que caracteriza bem os anos 90.

É impressionante que as cenas de ações, perseguição de carros, é totalmente filmado ou aparenta ser sem corte de cenas. E que trilha sonora maravilhosa que acompanha o filme todo, pode-se dizer que o longa é um musical, Baby é sincronizado com as músicas que estão tocando no seu Ipod ou em outro aparelho que esteja reproduzindo, e todos seus movimentos são no ritmo no que ele está escutando.

Cheio de perseguições, fugas, violência, muitas vezes com cenas inesperadas e chocantes, deixa o público vidrados na tela sem saber qual será o desfecho.